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quinta-feira, 19 de junho de 2014

ELEIÇÕES PDT confirma apoio a Armando e fica com a vice

O deputado federal Paulo Rubem e a vereadora Isabella de Roldão são nomes cogitados para 

completar a chapa

Publicado em 19/06/2014, às 12h46

Do JC Online

Com informações da repórter Carolina Albuquerque

 / Foto: Guga Matos/JC Imagem

Foto: Guga Matos/JC Imagem

A direção nacional do PDT confirmou nesta quinta-feira (19) que apoiará a chapa encabeçada pelo senador Armando Monteiro Neto (PTB) na sucessão pelo governo estadual. Caberá agora ao partido indicar o vice de Armando. Com essa posição, o prefeito de Caruaru, José Queiroz, deixará a presidência do PDT estadual – ele ocupa o posto há 19 anos.

Um nome que vem sendo cogitado para ser o companheiro de chapa de Armando é o do deputado federal Paulo Rubem (PDT). No entanto, na manhã desta quinta outro nome pedetista passou a ser ventilado, o da vereadora do Recife Isabella de Roldão.

O PDT ainda não marcou a data da sua convenção. Mas com a oficialização do apoio a Armando, o ato deve ocorrer junto com a convenção que homologará as candidaturas de Armando para governador e do deputado federal João Paulo (PT) para senador, no próximo dia 29, em Caruaru (Agreste).
Uma intervenção nacional também irá definir a nova direção do partido no Estado. José Queiroz deve fazer a comunicação do seu afastamento em breve

BOPE Aprovação do governo Dilma cai de 36% para 31%

A queda foi maior nas regiões Sul, Norte e Centro-Oeste. A Região Nordeste apresenta o maior 

percentual de ótimo ou bom: 42%

Publicado em 19/06/2014, às 11h28


Da ABr

 / Foto: AFP

Foto: AFP

A avaliação positiva do governo da presidenta Dilma Rousseff registrou queda em junho em relação a março, segundo a pesquisa divulgada nesta quinta-feira (19) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O percentual da população que considera o governo ótimo ou bom recuou de 36% em março para 31% em junho, queda de cinco pontos percentuais. O percentual dos que avaliaram como ruim ou péssimo passou de 27% para 33%. A queda foi maior nas regiões Sul, Norte e Centro-Oeste. A Região Nordeste apresenta o maior percentual de ótimo ou bom: 42%.
A aprovação da forma como a presidenta Dilma governa também registrou queda: passou de 51%, em março, para 44%, em junho.

A confiança na presidenta caiu entre março e junho. Do total, 41% responderam confiar na presidenta e 52%, não confiar. Em março, os percentuais eram de 48% e 47%, respectivamente.

A pesquisa também avaliou a percepção dos brasileiros sobre nove áreas de atuação do governo. O percentual de desaprovação supera o de aprovação em todas e é sempre maior que 50% dos entrevistados. A saúde é a área com o maior percentual de desaprovação: 78%. A área com a melhor avaliação é o combate à fome e à pobreza: 41% apoiam as ações.

O levantamento, em parceria com o Ibope, foi feito entre os dias 13 e 15 deste mês. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 142 municípios. A margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos.

CAIS JOSÉ ESTELITA Justiça Federal notifica Consórcio Novo Recife sobre proibição de obras

Notificação foi expedida pela 12ª Vara da Justiça Federal na última terça. Segundo o ofício, o 

consórcio não pode não promover qualquer tipo de demolição ou construção nos galpões do Cais 

José Estelita

Publicado em 19/06/2014, às 08h44

Do JC Online

 / Foto: Bobby Fabisak/ JC Imagem

Foto: Bobby Fabisak/ JC Imagem

O Consórcio Novo Recife foi notificado pela Justiça Federal em Pernambuco a não promover qualquer tipo de demolição ou construção nos galpões do Cais José Estelita. O ofício, expedido, na última terça-feira (17), pelo juiz substituto da 9ª Vara Federal, Bernardo Ferraz, em exercício na 12ª Vara.Ainda na terça, o ofício foi entregue ao funcionário responsável pelo canteiro de obras do Consórcio.

A decisão do magistrado levou em consideração a nova solicitação feita pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão alega o descumprimento de ordem judicial anterior, na qual o juiz federal Francisco Barros já havia suspendido a demolição/construção no local até que o Novo Recife comprovasse a aprovação do projeto por três órgãos federais (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte – DNIT eAgência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT).

“Enquanto não revista a decisão, por este juízo ou pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), permanece válida a ordem judicial de suspensão de demolição/construção no local. Assim, em havendo notícia da presença de equipamentos de grande porte, além de grande contingente de operários da construção civil, bem como de tratores e escavadeiras, conforme peticionado pelo MPF, há de se determinar a intimação do Novo Recife, a fim de reiterar a vigência da ordem judicial”, explicou o jUiz Bernardo Ferrazna decisão.

Na terça-feira, enquanto trabalhadores do consórcio isolavam a área com tapumes a Polícia Federal (PF) foi acionada. Um engenheiro  da Queiroz Galvão foi convidado a prestar esclarecimentos sobre o trabalho que estava fazendo lá.

O Consórcio Novo Recife afirmou que sabe e respeita a determinação de não demolir ou construir algo relacionado ao projeto. Segundo a empreteira, o que está sendo feito é a colocação de tapumes na parte do muro que foi derrubada pelos ocupantes. O consórcio ainda informou que esta é uma medida para prevenir contra novas invasões. A assessoria colocou que um muro está sendo erguido para demilitar a área da Rede Ferroviária Federal S.A (RFSA) e o terreno da empreiteira, mas essa intervenção é permitida por lei. 

CONFIRA A NOTA DO CONSÓRCIO - 

O Consórcio Novo Recife mantém a determinação de não demolir nem construir no terreno, conforme suspensão do alvará por parte da Prefeitura e embargo judicial solicitado pelo Iphan. O que os funcionários do consórcio estão fazendo é a colocação de tapumes na parte do muro que foi derrubado pelos invasores como medida para a proteção do patrimônio. Essa colocação dos tapumes não é impedida por lei. O consórcio está se limitando a reconstruir o perímetro do imóvel contra novas invasões, e isso não está proibido nem por decisão judicial nem por decisão administrativa da Prefeitura.