Astro-rei se apresentou com um círculo colorido ao seu redor com as cores do arco-íris
- IVSON MENEZES
Uma manhã ensolarada com temperatura média de 32ºC no Estado. Quem olhou para o sol ontem testemunhou um fenômeno metereológico, isto é, pôde conferir a formação de um círculo colorido com as cores do arco-íris ao redor da estrela central do sistema solar. A imagem foi visualizada em várias partes do País e quem perdeu a cena procurou nas redes sociais onde a repercussão durou todo o dia de ontem por meio da postagem de fotos do ocorrido.
Segundo especialistas da área climática, o episódio óptico é conhecido cientificamente como Halo. “O sol é uma esfera de gás quente com instabilidade. Ele está sempre dando os seus espirros, jorrando matérias de plasma e onda eletromagnética para fora. É tipo um vulcão, sendo matéria do próprio sol. Tem período em que ele está mais instável e de tempos em tempos emite essa matéria que a gente chama de vento estelar, ou nesse caso, vento solar”, explicou o astrofísico do Espaço Ciência de Pernambuco, Antônio Carlos Miranda.
Ainda de acordo com o pesquisador Antônio Miranda, existe uma variação muito grande para o evento tendo horas que está muito ativo e em outros momentos que está menos. É muito comum ter jorros de matéria solar mais fortes chegando até próximo da região dos planetas, e, às vezes, isso interfere na comunicação e no clima da própria terra. “Seria próprio do metabolismo interno do sol, que também é uma estrela. Esse fenômeno é possível porque o sol de tempos em tempos dá seus arrotos estelares jorrando matérias com cargas elétricas, íons e ondas eletromagnéticas de alta intensidade”, afirmou.
FENÔNEMO meteorológico ocorrido ontem é conhecido cientificamente por Halo
É possível que o fato também tenha sido visto em outras partes do mundo. “É um acontecimento que pode ser previsto através do rastreamento da atividade solar. Muitos observatórios e laboratórios estrangeiros e nacionais como no Havaí, nos Estados Unidos e São Paulo, no Brasil, respectivamente, possuem aparelhos que medem a radiação solar e fazem previsões porque isso tem interferência no satélite de comunicação e relação direta com catástrofes naturais”, disse Antônio Miranda.
O Halo, apesar de observado a olho nu, precisa de telescópio especializado para ser contemplado com mais detalhes. É preciso aparelhos com filtros solares, detectores que veem a frequência de ultravioletas ou aqueles que medem a intensidade de radiação do sol.
Segundo especialistas da área climática, o episódio óptico é conhecido cientificamente como Halo. “O sol é uma esfera de gás quente com instabilidade. Ele está sempre dando os seus espirros, jorrando matérias de plasma e onda eletromagnética para fora. É tipo um vulcão, sendo matéria do próprio sol. Tem período em que ele está mais instável e de tempos em tempos emite essa matéria que a gente chama de vento estelar, ou nesse caso, vento solar”, explicou o astrofísico do Espaço Ciência de Pernambuco, Antônio Carlos Miranda.
Ainda de acordo com o pesquisador Antônio Miranda, existe uma variação muito grande para o evento tendo horas que está muito ativo e em outros momentos que está menos. É muito comum ter jorros de matéria solar mais fortes chegando até próximo da região dos planetas, e, às vezes, isso interfere na comunicação e no clima da própria terra. “Seria próprio do metabolismo interno do sol, que também é uma estrela. Esse fenômeno é possível porque o sol de tempos em tempos dá seus arrotos estelares jorrando matérias com cargas elétricas, íons e ondas eletromagnéticas de alta intensidade”, afirmou.
Arthur Mota

O Halo, apesar de observado a olho nu, precisa de telescópio especializado para ser contemplado com mais detalhes. É preciso aparelhos com filtros solares, detectores que veem a frequência de ultravioletas ou aqueles que medem a intensidade de radiação do sol.
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