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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Responsáveis pelo vazamento do vídeo de Waack queriam discutir racismo

O operador de VT e o designer gráfico são negros e contaram que se sentiram afetados com o comentário

Responsáveis pelo vazamento do vídeo de Waack queriam discutir racismo
Notícias ao Minuto Brasil
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Os responsáveis pelo vazamento das imagens do jornalista William Waack, que repercutiram na internet e consequentemente o afastou da apresentação do Jornal da Globo, conversaram com a rádio Jovem Pan nesta quinta-feira (9) e afirmaram que o sentimento no momento em que se deram conta do que Waack havia dito, "foi de incredulidade". A gravação foi realizada no ano passado, mas só foi divulgada na última quarta (8), quando o vazamento tomou grandes proporções.

“Eu ainda voltei as imagens para ter certeza, não estava acreditando que ele teria falado aquilo. Fiquei tão revoltado que filmei com meu celular”, afirmou Diego Rocha Pereira, operador de TV responsável pelas imagens.
O operador de VT Diego Rocha Pereira, de 28 anos, e o designer gráfico Robson Cordeiro Ramos, 29, são negros e contaram que se sentiram afetados com o comentário.
O designer Robson que divulgou o vídeo, explicou os motivos que o levaram a compartilhar o conteúdo. “Soltei o vídeo em um grupo de líderes do movimento negro. Mas não foi premeditado essa repercussão, a ideia era mostrar para os amigos que um jornalista influente como ele também poderia ser racista”, declarou à rádio.
A dupla ainda rebateu os comentários negativos de internautas. “Se nosso objetivo fosse fama ou dinheiro, teríamos feito antes”, disse. Eles contaram também que ficaram surpresos com a reação das pessoas que estavam no local. “Ele não foi repreendido depois. Ali estava cheio de gente, tinha coordenador, diretor de imagem, o próprio entrevistado poderia ter reclamado da ‘piadinha’”.
Afastamento
A Globo anunciou o afastamento no mesmo dia em que o assunto chegou a ser um dos mais comentados do mundo no Twitter.  A emissora informou, em comunicado, que é “visceralmente contra o racismo” e que ele foi afastado “até que a situação seja esclarecida”. O jornalista teria dito que não se lembrava do que disse no vídeo, mas pediu desculpas.

Lázaro Ramos responde William Waack: 'Racismo é crime e ponto final'

Vídeo que vazou esta semana levou ao afastamento do jornalista da Globo

Lázaro Ramos responde William Waack: 'Racismo é crime e ponto final'
Notícias ao Minuto Brasil
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FAMA POLÊMICA




O ator Lázaro Ramos fez uma publicação no Instagram em resposta ao escândalo que levou ao afastamento do jornalista William Waack do Jornal da Globo.


Em vídeo vazado por um ex-cinegrafista da Globo que teria testemunhado a cena pessoalmente, Waack reclama de uma buzina da rua que ressoa no estúdio e diz "É coisa de preto".
Lázaro, então, compartilhou nas redes sociais trechos do texto de uma pessoa chamada Johnatan Oliveira Raimundo, que fala sobre "coisa de preto".
"Coisa de preto é a poesia de Cartola. Os dedos a bailar sobre o violão de Paulinho da Viola. Ah, só podia ser preto - Romário, Imperador, Ronaldinho. Responder ao racismo com lamentos em forma de chorinho", diz uma parte do texto.
Em seguida, o ator escreve: "E eu completo aqui: é tudo isso e muito mais. E pra vc o que É? E só pra não esquecer: Racismo é crime e ponto final".


Meirelles já fala em "medidas complementares" à reforma da previdência

Economia

9 de novembro de 2017 - 16h49 

 


De acordo com Meirelles, o governo não deve abrir mão de aprovar a idade mínima para a posetadoria, o período de transição e a equiparação entre setor público e privado.

“Há pontos fundamentais, como a questão da idade mínima para homens e mulheres. Tem o período de transição e o fato de o regime público ser similar ao setor privado, criando condições para que cada vez mais a Previdência complementar do servidor publico possa cobrir essa diferença. São contribuições extras feitas pelo servidor, de maneira que [se] diminua de fato o déficit do regime geral. Unificação dos sistema é muito importante. É a base”, afirmou Meirelles, após participar de um seminário sobre dívida pública.

O ministro continua a se referir a um alegado rombo na Previdência, mesmo depois de a Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a analisar a situação da Previdência Social aprovar relatório final apontando a inexistência do tal déficitnas contas do sistema.

Porta-voz da propaganda enganosa do governo, o ministro defendeu que o tempo mínimo de contribuição também é importante para que se consiga manter o percentual de benefícios fiscais acima dos 50% inicialmente previstos.“Temos sempre de levar em conta qual é a queda desse benefício [...] Além disso, [serão necessárias] outras medidas que assegurem a economia fiscal, para que atinjamos algo substancialmente acima de 50%.”

O projeto de reforma da Previdência enviado pelo governo ao Congresso previa uma economia de R$ 800 bilhões em 10 anos. Depois das mudanças preparadas pelo relator, Arthur de Oliveira Maia (PPS-BA), com aval do Planalto, o relatório que está sendo rediscutido já falava em cerca de R$ 600 bilhões.

Meirelles evitou detalhar qual seria esse percentual “substancialmente” acima de 50%, até porque quem terá a palavra final sobre essa questão será o Congresso Nacional. “Não fecho esse número para não fixar um ponto, porque, se digo que o número é X, imediatamente estarei com esse X nas discussões. Teremos os números logo que possível. O que é importante é que seja um número que faça efeito no equilíbrio das contas públicas no Brasil e que garanta o beneficio fiscal do Brasil nos próximos anos”, disse, resumindo os direitos de milhares de trabalhadores a uma questão meramente fiscal.

Contrariando a expectativa do ministro, depois de uma reunião com o presidente Michel Temer e parlamentares, o relator da reforma da Previdência, Arthur Maia, declarou que a nova proposta de reforma da Previdência manterá o tempo mínimo de contribuição em 15 anos. O relatório que havia sido aprovado na comissão aumentava o tempo mínimo de contribuição para 25 anos.

Meirelles disse ainda que o governo tem estudado outras "medidas complementares" para compensar eventuais reduções desses benefícios. Ele citou entre as propostas em estudo medidas de redução de gastos com subsídios e com isenções tributárias.

Nesta semana, o governo fez uma verdadeira força-tarefa para tentar angariar apoio político e tentar votar, mesmo que só mantendo alguns pontos, a reforma da Previdência. O movimento veio após Temer dar a entender, no início da semana, que teria desistido de aprovar a reforma, causando reações negativas nos mercados financeiros, que cobram a fatura do apoio ao golpe.


Do Portal Vermelho, com agências

Respirando por aparelhos, governo discute texto enxuto da Previdência

Brasil

9 de novembro de 2017 - 11h11 


 




Nesta quinta-feira (9), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), organizou um café da manhã em sua residência oficial para discutir com Temer, ministros e deputados a elaboração de uma versão enxuta da proposta que altera as regras previdenciárias.

Além de Maia e Temer, participaram da reunião os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e o relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA). Na quarta (8), o grupo já havia se reunido para discuto o tema.

O governo quer demonstrar ao mercado que ainda não desistiu da pauta. A pressão para que o governo pague a conta do golpe é grande. Não foi à toa que após Temer dizer que estava “jogado a toalha” em relação à reforma, o dólar subiu e a bolsa caiu, sinalizando que o mercado vai cobrar a fatura.

Agora, o governo busca rearticular a sua base aliada para entregar alguma coisa ou pelo menos demonstrar que tentou não sepultar da reforma. A proposta é reduzir o número de itens da reforma e camuflar o debate com a manutenção dos itens que atingem principalmente os que ganham os maiores salários do serviço público, para justificar a aprovação do texto e ter o apoio popular.

“O grande prejuízo da previdência brasileira é a área pública. Principalmente dos altos salários: juízes, promotores, fiscais, advogados da União, deputados, senadores. Esse é o alto salário. Essa reforma vai pegar os altos salários, que são os inimigos da reforma, e fortalecer os mais fracos na reforma. Ela vai ser boa para os baixos salários e vai corrigir a injustiça que existe, a aposentadoria bem cedo com um baita salário”, disse o deputado federal e vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi (PMDB-RS).

Arthur Maia declarou que está disposto a modificar o texto para o projeto ser aprovado, mas ressaltou que não abrirá mão da idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres para aposentadoria. O relator também disse esperar que o tema seja votado no plenário da Câmara até 15 de dezembro.

Apesar da movimentação, o risco de derrota ainda é grande. Ainda mais quando o PSDB dá sinais claros de que vai desembarcar do governo. Temer quer tirar proveito dessa possível saída e oferecer aos descontentes os cargos ocupados pelos tucanos em troca do apoio à reforma da Previdência.

O Planalto já admite fazer uma minirreforma ministerial para acalmar a base. O chamado “Centrão” – que reúne partidos como PP, PSD e PR, entre outros – está na disputa pelos cargos e quer ganhar espaço político de olho nas eleições de 2018.

“Antes de pensar em qualquer coisa, o governo precisa rearrumar a base. Se o Planalto tem 200, 220 hoje e conseguir acalmar o clima aqui na Casa, consegue mais uns 100 deputados para apoiar a proposta. Eu conheço essa turma”, disse o líder do PP, Arthur Lira (AL), que defende abertamente a saída do ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, e a redução da cota do PSDB ao tamanho proporcional dos votos dados nas duas denúncias contra Temer.

“Não quero que tirem todo o PSDB do governo, mas podem diminuir as pastas. Não dá para um partido que deu 20 votos ter quatro ministérios. Se quiserem mexer no PP, que deu 84% dos votos para o governo, mexam. Só não nos tirem a Saúde”, disse Lira.

Mas nem todos estão tão empolgados com as propostas oferecidas por Temer. Para o vice-presidente da Câmara, deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), independentemente de qualquer gesto do governo de recomposição da base, não há clima para que a proposta seja aprovada.

“A reforma da Previdência virou um demônio para a população. Ninguém quer defender qualquer mudança nas regras da aposentadoria porque sabe que perde voto. O governo perdeu a batalha da comunicação”, argumentou.


Do Portal Vermelho, com informações de agências

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Comissão aprova PEC que impossibilita todas as formas de aborto

Deputada contrária ao projeto discursa: 'Aqui se aplaude a morte de muitas mulheres vítimas de violência'

Comissão aprova PEC que impossibilita todas as formas de aborto
Notícias ao Minuto Brasil
HÁ 2 HORAS POR ESTADAO 
CONTEUDO

BRASIL SESSÃO




A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 8, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe em risco as formas de aborto previstas atualmente pelo Código Penal. Tão logo os votos necessários foram alcançados, a votação do texto principal foi interrompida e integrantes da comissão que atuam contra todas as formas de interrupção da gravidez comemoraram e cercaram a mesa de votação para uma sessão de fotos.

Enquanto isso, a deputada Erika Kokay (PT-DF), contrária ao projeto, discursava: "Aqui se aplaude a morte de muitas mulheres vítimas de violência", dizia. O desfecho ocorreu depois de tensa sessão, iniciada às 11h e interrompida no meio da tarde.
Originalmente, a PEC tratava da extensão da licença maternidade para a trabalhadora que tiver bebê prematuro. Pela proposta, a licença à gestante com duração de 120 dias pode ser estendida, sem prejuízo de emprego e salário, à quantidade de dias que o recém-nascido ficar internado, não podendo ultrapassar os 240 dias.
Sob influência da bancada evangélica, o relatório final do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) incluiu uma mudança no artigo primeiro da Constituição - que versa sobre os princípios fundamentais - enfatizando no texto "a dignidade da pessoa humana desde a sua concepção". "Cabe-nos observar que, se protegemos, de forma justíssima, aquele que já vivia e prematuramente deixou a proteção materna, concedendo uma ampliação da licença maternidade à sua genitora, não podemos deixar de explicitar, ainda mais, a sua proteção no âmbito uterino, desde o seu início, isto é, desde a concepção", pregou o relator.
Depois da aprovação do texto principal, a sessão foi novamente interrompida. Agora, será preciso votar os destaques, dentre os quais um que retorna o texto original da proposta e suprime o trecho do aborto. O deputado Jorge Solla (PT-BA), embora favorável à aprovação da supressão, admite que dificilmente o texto voltará à proposta original. "Somente se houvesse uma mudança da relação de forças da comissão", disse. 
Com informações do Estadão Conteúdo.

Após comentário racista, William Waack é suspenso do Jornal da Globo

Segundo emissora, apresentador permanecerá longe de suas funções 'até que a situação seja esclarecida'

Após comentário racista, William Waack é suspenso do Jornal da Globo
Notícias ao Minuto Brasil
HÁ 19 MINS POR NOTÍCIAS AO MINUTO

FAMA JORNAL DA GLOBO



A TV Globo anunciou na noite desta quarta-feira (8) a suspensão do jornalista William Waack após vazamento de um vídeo em que ele aparece fazendo um comentário racista. Segundo a emissora, o apresentador permanecerá longe de suas funções como apresentador do Jornal da Globo "até que a situação seja esclarecida".

No vídeo que ganhou as redes sociais nesta quarta-feira (8), Waack está à frente da Casa Branca, nos Estados Unidos, ao lado de um comentarista, quando um carro começa a buzinar na rua. Supostamente, sem saber que era gravado, o jornalista se irrita e xinga: "é coisa de preto", diz aos risos.
O apresentador afirma não se lembrar do que disse e "pede sinceras desculpas àqueles que se sentiram ultrajados pela situação". Em nota, a Globo se afirma "visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações".

INAUGURAÇÃO SAÚDE É TUDO!


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INAUGURAÇÃO DIA  17/11/2017 

NO HORÁRIO DAS 05 H ÁS 09 H DA  MANHÃ
NA PRAÇA  DA VÁRZEA

COORDENAÇÃO: SILAS  MEDEIROS  E  CLÁUDIO BRAGA
APOIO:  ASSOCIAÇÃO  DOS  MORADORES  DA  VÁRZEA  PRESIDENTE: NOÉ SENA


SEXTA  FEIRA   DIS  17/11/2017