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domingo, 26 de janeiro de 2014

POLÊMICA Parada de Dilma em Lisboa: 'escala técnica obrigatória'

O Planalto afirmou que o avião presidencial não tem autonomia suficiente para realizar 

um voo direto entre Zurique, na Suíça, e Havana, em Cuba

Publicado em 26/01/2014, às 20h09

Da Agência Estado

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou nota neste domingo, 26, na qual argumenta que a passagem da comitiva da presidente Dilma Rousseff por Lisboa foi "uma escala técnica obrigatória". O Planalto afirmou que o avião presidencial não tem autonomia suficiente para realizar um voo direto entre Zurique, na Suíça, e Havana, em Cuba. "A opção por Lisboa foi a mais adequada, já que se trata do aeroporto mais a oeste no continente europeu com possibilidades de escala técnica", diz o documento.

No último sábado, 25, a reportagem revelou que Dilma e sua comitiva, que estavam na Suíça para o Fórum Econômico Mundial, passaram o sábado em Lisboa e ocuparam 45 quartos em dois dos mais caros hotéis da cidade, com um custo total de mais de R$ 71 mil. A diária da suíte ocupada por Dilma no hotel Ritz em Lisboa custa R$ 26 mil. Na noite de ontem, ela saiu para jantar no restaurante Eleven, com vista privilegiada sobre o rio Tejo.

A passagem da presidente por Portugal não estava na agenda oficial da presidência divulgada inicialmente. Ela deixou a capital portuguesa nesta manhã e já pousou em Cuba, onde inaugura um porto erguido com investimento brasileiro e também participa da II Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Na nota publicada, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência também diz que Dilma chegou em Lisboa por volta das 17h30 do sábado e apenas pernoitou na cidade. "A decisão de fazer um voo diurno foi tomada pela Aeronáutica a partir da avaliação das condições meteorológicas, que permitiram que o trecho Lisboa-Havana fosse coberto no domingo em 9 horas 45 minutos", concluiu a nota.

LISBOA PSDB critica gastos com estadia de Dilma em Portugal

Diária do hotel onde a presidente ficou hospedada é de R$ 26,2 mil. Político classificou o

 fato como "uma afronta aos brasileiros"

Publicado em 26/01/2014, às 15h32

Da Agência Estado

O PSDB na Câmara dos Deputados criticou neste domingo, 26, a estadia da presidente Dilma Rousseff em Portugal, mesmo sem agenda oficial, e disse que o fato representa "um disparate" e uma "gastança desnecessária". O líder da sigla na Casa, Carlos Sampaio (SP), argumentou que a hospedagem no sábado, 25, da presidente em uma suíte no hotel Ritz em Lisboa - cujo valor da diária é de R$ 26,2 mil - representa ainda "uma afronta aos brasileiros". "Dilma quer se reeleger para continuar passeando com dinheiro público", acusou.

A reportagem revelou que Dilma e sua comitiva, que estavam em Davos (Suíça) para o Fórum Econômico Mundial, passaram o sábado em Lisboa e ocuparam 45 quartos em dois dos mais caros hotéis da cidade. A passagem de Dilma pelo país não estava na agenda oficial da presidência divulgada inicialmente. Ela deixou neste domingo o hotel em Lisboa pela porta do fundo e embarcou para Havana, onde inaugura um porto erguido com investimento brasileiro e também participa da II Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). O custo da hospedagem nos dois hotéis da comitiva é de R$ 71 mil.

"É uma gastança desnecessária, que não condiz com a situação econômica do nosso país e muito menos com as dificuldades com as quais os brasileiros são obrigados a conviver todos os dias, como inflação alta e serviços públicos precários, problemas que Dilma não consegue resolver", criticou o líder tucano, em nota. "São esses mesmos cidadãos que, obrigados a passar por privações e dificuldades financeiras, estão bancando o final de semana da presidente e de seus assessores".

Oficialmente, a explicação da Presidência para a parada em Portugal é que o avião da Força Aérea Brasileira não teria autonomia suficiente para a viagem entre e Suíça e Cuba, tendo que parar em Portugal para abastecer.

O deputado do PSDB alegou ainda que a presidente poderia ter se hospedado na embaixada brasileira na capital portuguesa - a justificativa do Planalto é que o edifício da missão diplomática não comportaria a delegação.

"A presidente Dilma deveria dar exemplo de austeridade e sensatez", criticou Sampaio. Para ele, "não dá para esperar coisa diferente" de um governo que mantém 39 ministérios e que tem "pouco respeito no uso do dinheiro público". "É fácil promover gastos como esse em Lisboa quando se tem para quem mandar a conta: para os brasileiros", concluiu.

ENTERRO Velório de Bruno Maranhão lota a capela central do Morada da Paz

Reunindo inúmeros familiares e amigos do ex-militante, a cerimônia foi marcada por 

discursos da viúva e de Humberto Costa

Publicado em 26/01/2014, às 11h45

Do JC Online

 / Rodrigo Lôbo/ JC Imagem

Rodrigo Lôbo/ JC Imagem

Durante o velório do engenheiro mecânico Bruno Maranhão, um dos fundadores do PT, a capela central do Cemitério Morada da Paz, em Paulista, Grande Recife, esteve lotada. A cerimônia, que teve início às 8h, terminou às 11h, quando o corpo foi cremado.
Entre os familiares e amigos, o senador Humberto Costa (PT) discursou em despedida do militante, assim como Marcelo Melo, ex-companheiro do PCBR. Suzana Maranhão, esposa do falecido, também deu sua palavra. A deputada estadual Teresa Leitão (PT) e o deputado federal Bruno Araújo (PSDB), também compareceram ao velório. 
O engenheiro faleceu na tarde deste sábado (25), aos 74 anos, no Memorial São José, no Recife. Ele teve falência múltipla dos órgãos, decretada no fígado, rins e pulmão. Desde 2011 apresentava problemas de saúde e foi submetido a duas cirurgias para conter a lesão de uma isquemia e uma trombose cerebral, tendo afetado o lado esquerdo do cérebro. 
Maranhão já foi líder estudantil e exilado político, além de ter sido membro da Executiva nacional do PT. Além disso, ele ainda é conhecido como um dos líderes do Movimento de Libertação dos Sem Terra. 

RUMO ÀS ELEIÇÕES Nanicos já batem ponto na corrida pela presidência

Campanha contará com pelo menos oito postulantes de legendas pequenas e que 

contam com escasso tempo de TV e recursos

Publicado em 26/01/2014, às 10h27

Da AE

Enquanto os três principais personagens da eleição presidencial de 2014 - Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) - desconversam quando questionados sobre a oficialização de seus nomes e dizem que isso é assunto para o segundo trimestre, os coadjuvantes da disputa já se assumiram. Em 2014, a campanha contará com pelo menos oito postulantes de legendas pequenas e que contam com escasso tempo de TV e recursos.

Sem chances de chegar ao 2.º turno, os integrantes do segundo pelotão podem sonhar em, pelo menos, tentar evitar o fim da disputa numa única etapa. Se nenhum deles desistir da candidatura, essa será a eleição com o maior número de candidatos nanicos ao Palácio do Planalto desde 1998, quando nove representantes de siglas pequenas se apresentaram. Naquele ano, quando Fernando Henrique Cardoso se reelegeu, o melhor colocado da parte de baixo da tabela foi Enéas Carneiro, com 1,4 milhão de votos.

Em 2014, o time de nanicos contará com alguns personagens que integram o folclore eleitoral da última década.

Conhecido pelo mote do "aerotrem", um trem de superfície que resolveria todos os problemas de mobilidade urbana do País, Levy Fidelix, do PRTB, disputa o Palácio do Planalto pela terceira vez. Fidelix, que promete encampar bandeiras "de direita", com o apoio do Partido Militar, que não existe legalmente, se recusa a revelar quem apoiará no 2.º turno. Motivo: ele garante que estará lá.

"Serei o único candidato de direita nessa eleição. Vou endireitar o Brasil e combater a presidente Dilma Rousseff", avisa. Líder máximo e criador do PRTB, Fidelix promete, ainda, que vai repetir a postura adotada em eleições anteriores e exigir a sua participação em todos os debates. Em 2012, quando disputou a Prefeitura de São Paulo, ele entrou na Justiça para garantir sua presença no debate da Rede Globo. Conseguiu uma liminar, mas a emissora acabou cancelando o evento.

RUMO ÀS ELEIÇÕES Eduardo e Jarbas em sintonia contra o PT

Depois do encontro com o peemedebtista e o tucano Aloysio Nunes, no sábado, 

governador terá nova conversa com Jarbas para tratar de eleição

Publicado em 26/01/2014, às 15h45

Aloysio Nunes, Eduardo, Jarbas e Elias Gomes: sintonia das oposições ao PT / Josenildo Tenório/Divulgação

Aloysio Nunes, Eduardo, Jarbas e Elias Gomes: sintonia das oposições ao PT

Josenildo Tenório/Divulgação

Depois de ter aparecido, segundo o anfitrião de “surpresa”, no almoço que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) ofereceu ao senador tucano Aloysio Nunes (PSDB-SP), sábado (25), em sua casa de praia, no Janga, o governador Eduardo Campos (PSB) volta a se encontrar com o peemedebista, quarta ou quinta-feira desta semana, para uma conversa reservada sobre a eleição estadual.
A reeleição de Jarbas é colocada como “prioridade” pelo partido, mas o senador não está decidido a entrar na disputa - outra opção seria concorrer a um mandato de deputado federal. Jarbas espera definir esta semana seu caminho nas eleições.
Já o governador, sofrendo pressão nos bastidores de sua base política – são muitos os pré-candidatos que aguardam a definição da chapa majoritária, especialmente a escolha do candidato a governador, que será do PSB –, terá  conversas com os partidos da Frente Popular, mas não coloca prazos. “Será anunciada na hora certa”, desconversou mais uma vez, sábado, ao ser perguntado sobre quando deve fechar a composição.
Com articulações cada vez mais intensas em torno de sua candidatura à Presidência da República, o governador também costura as chapas regionais do PSB - a sucessão nos Estados. Mas, se o “burburinho” de aliados em Pernambuco foi reduzido, nos últimos dias, após mandar o recado de que não teria nada definido e que as conversas ainda iriam ocorrer, o governador sabe que a ansiedade produz inquietações na Frente Popular.
As últimas reações nos bastidores vieram quando o JC divulgou a informação de que uma "comissão" socialista iria "trabalhar" a indicação do secretário Tadeu Alencar (Casa Civil), abafando os ruídos de que essa possível indicação já estaria definida pelo governador.
No sábado, na casa de praia de Jarbas, o governador manteve contato – além de peemedebistas como o anfitrião e o deputado federal Raul Henry, outro nome lembrado para a chapa, opção para a vice – com os tucanos Elias Gomes (prefeito de Jaboatão dos Guararapes), Betinho Gomes (deputado estadual) e o ex-líder da oposição na Assembleia Legislativa, Daniel Coelho, que foi ao almoço acompanhado do pai, o ex-deputado estadual João Coelho. O deputado federal e ex-governador Mendonça Filho (DEM) também compareceu.
“Curioso que os últimos encontros são todos de surpresa, né?”, brincou ao governador, sorrindo, ao ouvir o senador peemedebista explicar que a ida do governador não estava np cardápio do evento. Eduardo, segundo Jarbas, teria ligado para Raul Henry ao saber do almoço e combinado de aparecer.
Surpresa ou não, o governador passou aproximadamente 7 horas e mais no famoso “cozido” de Jarbas – dessa vez em homenagem ao tucano Aloysio Nunes. Encontro que – mais uma “surpresa” – não teve cozido no cardápio, visto que o senador não teve tempo de prepará-lo e serviu outros pratos regionais.
Em cenas que há pouco tempo causaria forte surpresa – a reaproximação política dos dois só ocorreu há dois anos, nas eleições municipais de 2012 –, Eduardo e Jarbas conversaram longamente, bebericaram à vontade como velhos amigos e lembraram causos políticos que provocaram risos e mais risos de convidados.
Numa total sintonia de palanque de oposição ao PT da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, o governador-presidenciável e o senador Aloysio Nunes reforçaram a boa relação entre PSB e PSDB, partido que tem o senador mineiro Aécio Neves como presidenciável. Ambos consideraram natural fala do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ao Blog do Josias (do jornalista paulista Josias de Souza), de que qualquer um que vença a eleição presidencial de outubro – Aécio ou Eduardo – “será bom para o País”. Ambos evitaram polêmica e reforçaram a sintonia de pensamentos contra o PT.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Padre faz paródia do ‘Show das poderosas’


24.janeiro.2014 16:25:29


‘Até você vai ficar re-zan-do’. Esse é um trecho da paródia que um padre 
de Recife fez da música ‘Show das poderosas’, da cantora Anitta. A 
coreografia do sacerdote inclui sinais de ‘chifrinho’ com as mãos e foi 
apresentada em uma formatura. O padre teria sido chamado pelos seus 
superiores para pedir desculpas.
No momento em que esse post estava sendo escrito, o vídeo tinha 66.501
 visualizações. Vocês acham que o padre conseguiu animar a plateia?


Copa do Mundo no Brasil não pode ser um fracasso, ressalta Lula