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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Polícia apreende 17 armas de fogo e detém 12 suspeitos por porte ilegal em um dia

29/12/2015
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Foto: Secom/PB
Após a “Operação Boas festas”, desencadeada durante as comemorações natalinas, a Polícia Militar dá continuidade às ações preventivas, através da Operação Réveillon.
Os trabalhos ostensivos resultaram na apreensão de várias armas de fogo, nessa segunda-feira (28).  Ao todo, 17 armas foram retiradas de circulação com 12 suspeitos detidos até o fim dessa segunda-feira.
As apreensões ocorreram nas cidades de São José de Lagoa Tapada, Brejo do Cruz, Pombal, Campina Grande, Bayeux, Solânea e ainda no município de Alagoa Grande onde foram apreendidas oito armas, após levantamentos de informações do Núcleo de Inteligência que apontavam Marcos Ferreira da Silva, como um possível comerciante do armamento.
Em Brejo do Cruz, após uma tentativa de assalto, dois homens foram presos e um adolescente apreendido. Com eles foram encontrados dois revólveres e uma espingarda calibre 12, além de dois capuzes, vários celulares e uma quantia em dinheiro.
Em Pombal, informações davam conta de que Geraldo Adonias Bento estaria comercializando armas na cidade. Os policias militares realizaram a prisão do suspeito e outro homem, Geraldo Brilhante, apreendendo com eles um revólver 38 e uma espingarda calibre 12.
Em São Jose de Lagoa Tapada, três adolescentes, entre eles uma mulher, planejavam um assalto, quando foram apreendidos com um revólver calibre 38.
Em Campina Grande, os policiais militares encontraram outro revólver calibre 38 em poder de um vigilante.
Já no município de Bayeux, policiais da Força Tática detiveram dois homens por tráfico de drogas e portando uma espingarda calibre 12.
Em Solânea, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, uma espingarda foi apreendida.
Policiamento – A intensificação das ações prossegue com o objetivo de otimizar a segurança até o réveillon, data em que a Polícia Militar terá um esquema especial para garantir a tranquilidade durante a virada do ano.

FONTE: Da Redação com Secom/PB

Quatro pessoas ficaram feridas em acidente no litoral

28/12/2015
Foto: Reprodução/TVPB
Foto: Reprodução/TVPB
Quatro pessoas, entre elas um bebê, ficaram feridas após um acidente envolvendo dois veículos na estrada de Lucena, no Litoral paraibano.
Segundo informações, um casal seguia para João Pessoa onde iriam fazer uma consulta com seu bebê, mas em uma curva, o pai perdeu o controle do carro, vindo a colidir em um carro que seguia na direção contrária e em seguida capotando.
Os três focaram gravemente feridos, já uma mulher que estava no outro carro também sofreu ferimentos.
Todos foram socorridos para o Hospital de Trauma de João Pessoa.
FONTE: Da Redação

Em 2016, 948 rádios AMs poderão mudar para FM

29/12/2015
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Foto ilustrativa: Reprodução/Internet
A partir de janeiro, 948 rádios de todo o Brasil já poderão sair da faixa AM (modulação em amplitude) e começar a transmitir a programação no sistema FM (frequência modulada).
Atualmente, 1.781 emissoras estão como AM e, entre elas, 1.385 pediram para mudar de faixa. Segundo o Ministério das Comunicações, 948 rádios poderão fazer a migração em 2016.
As demais emissoras terão que aguardar a liberação do espaço que vai ocorrer com a digitalização da TV no país.
Os valores que cada emissora terá que pagar para fazer a mudança variam de R$ 8,4 mil a R$ 4,4 milhões. A tabela – elaborada pelo Ministério das Comunicações – foi feita com base em critérios como índices econômicos e sociais e população do município em que a rádio está localizada, além do alcance.
Para fazer a alteração, os radiodifusores terão de arcar com os custos referentes à diferença entre as outorgas de AM e de FM. Além disso, será necessário adquirir equipamentos para a transmissão do novo sinal.
A migração de faixa não é obrigatória, mas é uma antiga reivindicação dos radiodifusores brasileiros.
As rádios AM têm enfrentado queda de audiência e de faturamento em razão de interferências na transmissão da programação.
Além disso, não podem ser sintonizadas por dispositivos móveis, como celulares e tablets.
FONTE: Agência Brasil

Rio Paraíba já tem grande volume de água na região da cidade de Monteiro

Paraiba Online | A notícia começa aqui
29/12/2015
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Fotos: Reprodução/Internet
O Açude de Boqueirão deverá começar a receber, nas próximas horas, uma expressiva recarga em seu atual volume crítico d´água.
Nas últimas 24 horas houve um volume significativo de chuvas na região do Cariri paraibano, a exemplo da cidade de Monteiro, o que propiciou o acúmulo de muita água no leito do Rio Paraíba, que deságua no ´Boqueirão´, como mostram essas fotos.
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FONTE: Da Redação

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Os 10 mitos sobre a ditadura no Brasil ou por que você não deve querer que ela volte

Rôney Rodrigues em seu blog


Em 1964, um golpe de estado derrubou o presidente João Goulart e instaurou uma 

ditadura no Brasil. O regime autoritário militar durou até 1985. Censura, exílio, 

repressão policial, tortura, mortes e “desaparecimentos” eram expedientes comuns 

nesses “anos de chumbo”. Porém, apesar de toda documentação e testemunhos que 


provam os crimes cometidos durante o Estado de exceção, tem gente que acha que 

naquela época “o Brasil era melhor”. Mas pesquisas da época – algumas divulgados só 
agora, graças à Comissão Nacional da Verdade – revelam que o período não trouxe tantas vantagens para o país.

Em uma época em que não é incomum ver gente clamando pela volta do regime e a 

pôr uma nova intervenção militar no país, decidimos falar dos mitos sobre a ditadura em que muita gente acredita.


1. “A ditadura no Brasil foi branda”
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Foto de Auremar de Castro.
Pois bem, vamos lá. Há quem diga que a ditadura brasileira teria sido “mais branda” e


“menos violenta” que outros regimes latino-americanos. Países como Argentina e

Chile, por exemplo, teriam sofrido muito mais em “mãos militares”. De fato, a ditadura


 nesses países também foi sanguinária. Mas repare bem: também foi. Afinal, direitos


fundamentais do ser humano eram constantemente violados por aqui: torturas e assassinatos de presos políticos – e até mesmo de crianças – eram comuns nos “porões do regime”. Esses crimes contra a humanidade, hoje, já são admitidos até mesmo pelos militares (vejaaqui e aqui). Para quem, mesmo assim, acha que foi “suave” a repressão, um estudo do governo federal analisou relatórios e propõe triplicar a lista oficial de mortos e desaparecidos políticos vítimas da ditadura militar. Ou seja:

 de 357 mortos e desaparecidos com relação direta ou indireta com a repressão da 



ditadura (segundo a lista da Secretaria de Direitos Humanos), o número pode s
altar para 957 mortos.


2. “Tínhamos educação de qualidade”


Naquele época, o “livre-pensar” não era, digamos, uma prioridade para o regime. Havia



 um intenso controle sobre informações e ideologia – o que engessava o currículo – e 

as disciplinas de filosofia e sociologia foram substituídas por Educação, Moral e Cívica

 e por OSPB (Organização Social e Política Brasileira, uma matéria obrigatória em 

todas as escolas do país, destinada à transmissão da ideologia do regime autoritário). 

Segundo o estudo “Mapa do Analfabetismo no Brasil”, do Inep (Instituto Nacional de 

Estudos e Pesquisas Educacionais), do Ministério da Educação, o Mobral (Movimento

 Brasileiro para Alfabetização) fracassou. O Mobral era uma resposta do regime militar 

ao método do educador Paulo Freire – considerado subversivo –, empregado, já

 naquela época, com sucesso no mundo todo. Mas os problemas não paravam por aí: com o baixo índice de investimento na escola pública, as unidades privadas prosperaram. E faturaram também. Esse “sucateamento” também chegou às universidades: foram afastadas dos centros urbanos – para evitar “baderna” – e sofreram a imposição do criticado sistema de crédito.


3. “A saúde não era o caos de hoje”


Se hoje todo mundo reclama da “qualidade do atendimento” e das “filas intermináveis” nos hospitais e postos de saúde, imagina naquela época. Para começar, o acesso à saúde era restrito: o Inamps (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social) era responsável pelo atendimento público, mas era exclusivo aos trabalhadores formais. Ou seja, só era atendido quem tinha carteira de trabalho assinada. O resultado era esperado: cresceu a prestação de serviço pago, com hospitais e clínicas privadas. Essas instituições abrangeram, em 1976, a quase 98% das internações. Planos de saúde ainda não existiam e o saneamento básico chegava a poucas localidades,


 o que aumentava o número de doenças. Além disso, o modelo hospitalar adotado relegava a assistência primária a segundo plano, ou seja, para os militares era melhor remediar que prevenir. O tão criticado SUS (Sistema Único de Saúde) – que hoje atende cerca de 80% da população – só foi criado em 1988, três anos após o fim da ditadura.


4. “Não havia corrupção no Brasil”


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Arquivo Dedoc Abril.


Uma características básica da democracia é a participação da sociedade civil organizada no controle dos gastos, denunciando a corrupção. E em um regime de exceção, bem, as coisas não funcionavam exatamente assim. Não havia conselhos fiscalizatórios e, depois da dissolução do Congresso Nacional, as contas públicas não eram sequer analisadas, quanto mais discutidas. Além disso, os militares investiam bilhões e bilhões em obras faraônicas – como Itaipu, Transamazônica e Ferrovia do Aço –, sem nenhum controle de gastos. Esse clima tenso de “gastos estratosféricos”


 até levou o ministro Armando Falcão, pilar da ditadura, a declarar que “o problema mais grave no Brasil não é a subversão. É a corrupção, muito mais difícil de caracterizar, punir e erradicar”.Muito pouco se falava em corrupção. Mas não significa que ela não estava lá. Experimente jogar no Google termos como “Caso Halles”, “Caso BUC” e “Caso UEB/Rio-Sul” e você nunca mais vai usar esse argumento.


5. “Os militares evitaram a ditadura comunista”


É fato: o governo do presidente João Goulart era constitucional. Seguia todo à risca o protocolo. Ele chegou ao poder depois da renúncia de Jânio Quadros, de quem era vice. Em 1955, foi eleito vice-presidente com 500 mil votos a mais que Juscelino Kubitschek. Porém, quando Jango assumiu a Presidência, a imprensa bateu na tecla de que em seu governo havia um “caos administrativo” e que havia a necessidade de reestabelecer a “ordem e o progresso” através de uma intervenção militar. Foi criada, então, a ideia da iminência de um “golpe comunista” e de um alinhamento à URSS, o que virou motivo para a intervenção. Goulart não era o que se poderia chamar de marxista. Antes de ser presidente, ele fora ministro de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek e estava mais próximo do populismo. Em entrevista inédita recentemente divulgada, o presidente deposto afirmou que havia uma confusão entre “justiça social” – o que ele pretendia com as Reformas de Base – e comunismo, ideia que ele não compartilhava: “justiça social não é algo marxista ou comunista”, disse. Há também outro fator: pesquisas feitas pelo Ibope às vésperas do golpe, em 31 de março, mostram que Jango tinha um amplo apoio popular, chegando a 70% de aprovação na cidade de São Paulo. Esta pesquisa, claro, não foi revelada à época, mas foi catalogada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).


6. “O Brasil cresceu economicamente”


Um grande legado econômico do regime militar é indiscutível: o aumento da dívida externa, que permaneceu impagável por toda a primeira década de 


redemocratização. Em 1984, o Brasil devia a governos e bancos estrangeiros o 

equivalente a 53,8% de seu Produto Interno Bruto (PIB). Sim, mais da metade do que arrecadava. Se transpuséssemos essa dívida para os dias de hoje, seria como se o Brasil devesse US$1,2 trilhão, ou seja, o quádruplo da atual dívida externa. Além disso, o suposto “milagre econômico brasileiro” – quando o Brasil cresceu acima de 10% ao ano – mostrou que o bolo crescia sim, mas poucos podiam comê-lo. A distribuição de


renda se polarizou: os 10% dos mais ricos que tinham 38% da renda em 1960 e 


chegaram a 51% da renda em 1980. Já os mais pobres, que tinham 17% da renda 


nacional em 1960, decaíram para 12% duas décadas depois. Quer dizer, quem era rico 

ficou ainda mais rico e o pobre, mais pobre que antes. Outra coisa que piorava ainda


mais a situação do população de baixa renda: em pleno milagre, o salário mínimo 

representava a metade do poder de compra que tinha em 1960.


7. “As igrejas apoiaram”

Sim, as igrejas tiveram um papel destacado no apoio ao golpe. Porém, em todo o

Brasil, houve religiosos que criaram grupos de resistência, deixaram de aceitar

 imposições do governo, denunciaram torturas, foram torturados e mortos e até 


ajudaram a retirar pessoas perseguidas pela ditadura no país. Inclusive, ainda durante 


o regime militar, uma das maiores ações em defesa dos direitos humanos – o relatório 

“Brasil: Nunca Mais” – originou-se de uma ação ecumênica, desenvolvida por dom 

Paulo Evaristo Arns, pelo rabino Henry Sobel e pelo pastor presbiteriano Jaime Wright.

Realizado clandestinamente entre 1979 e 1985, gerou uma importante documentação


 sobre nossa história, revelando a extensão da repressão política no Brasil.

8. “Durante a ditadura, só morreram vagabundos e terroristas”
Esse é um argumento bem fácil de encontrar em caixas de comentário da internet. Dizem que quem não pegou em armas nunca foi preso, torturado ou morto pelas mãos de militares. Provavelmente, quem acredita nisso não coloca na conta o genocídio de povos indígenas na Amazônia durante a construção da Transamazônica. Segundo a estimativa apresentada na Comissão da Verdade, 8 mil índios morreram entre 1971 e 1985. Isso sem contar as outras vítimas da ditadura que não faziam parte da guerrilha. É o caso de Rubens Paiva. O ex-deputado, cassado depois do golpe, em 1964, foi torturado porque os militares suspeitavam que, através dele, conseguiriam chegar a Carlos Lamarca, um dos líderes da oposição armada. Não deu certo: Rubens Paiva morreu durante a tortura. A verdade sobre a morte do político só veio à tona em 2014. Antes disso, uma outra versão (bem mal contada) dizia que ele tinha “desaparecido”. Para entrar na mira dos militares durante a ditadura, lutar pela democracia – mesmo sem armas na mão – já era motivo o suficiente.
9. “Todos os militares apoiaram o regime”
Ser militar na época não era sinônimo de golpista, claro. Havia uma corrente de militares que apoiava Goulart e via nas reformas de base um importante caminho para o Brasil. Houve focos de resistência em São Paulo, no Rio de Janeiro e também no Rio Grande do Sul, apesar do contragolpe nunca ter acontecido. Durante o regime, muitos militares sofreram e estima-se que cerca7,5 mil membros das Forças Armadas e bombeiros foram perseguidos, presos, torturados ou expulsos das corporações por se oporem à ditadura. No auge do endurecimento do regime, os serviços secretos buscavam informações sobre focos da resistência militar, assim como a influência do comunismo nos sindicatos, no Exército, na Força Pública e na Guarda Civil.
10. “Naquele tempo, havia civismo e não tinha tanta baderna como greves e passeatas”
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Estudantes que participavam de uma reunião da UNE são presos no interior de São Paulo. Foto de Cristiano Mascaro.
Quando os militares assumiram o poder, uma das primeiras medidas que tomaram foi assumir a possibilidade de suspensão dos diretos políticos de qualquer cidadão. Com isso, as representações sindicais foram duramente afetadas e passaram a ser controladas com pulso forte pelo Ministério do Trabalho, o que gerou o enfraquecimento dos sindicatos, especialmente na primeira metade do período de repressão. Afinal, para que as leis trabalhistas vigorem, é necessário que se judicializem e que os patrões as respeitem. Com essa supressão, os sindicatos passaram a ser compostos mais por agentes do governo que trabalhadores. E os direitos dos trabalhadores foram reduzidos à vontade dos patrões. Passeatas eram duramente repreendidas. Quando o estudante Edson Luísa de Lima Souto foi morto em uma ação policial no Rio de Janeiro, multidões foram às ruas no que ficou conhecido com o a Passeata dos Cem Mil. Nos meses seguintes, a repressão ao movimento estudantil só aumentou. As ações militares contra manifestações do tipo culminaram no AI-5. O que aconteceu daí para a frente você já sabe.

NEGOCIAÇÃO Danny Morais segue aguardando contato do Santa Cruz para renovar contrato

Zagueiro recebeu sondagens de outras equipes, mas intenção é permanecer no Tricolor

Publicado em 28/12/2015, às 18h10

Felipe Amorim



Twitter: @amorim_felipe

Vontade de Danny Morais é permanecer no Santa Cruz / JC Imagem



Vontade de Danny Morais é permanecer no Santa Cruz




JC Imagem




Faltam apenas dois atletas para o Santa Cruz encerrar o ciclo de renovações das peças que interessam para a temporada 2016. Se o atacante Bruno Moraes segue em negociação, o zagueiro Danny Morais, que afirmou ter dado a preferência ao Tricolor, continua à espera de um contato com a diretoria tricolor.


Segundo o empresário Márcio Bittencourt, um contato deverá ser feito pelo Santa Cruz no mais tardar até a terça-feira (29). “Falei rapidamente com Tininho (Constantino Júnior, vice-presidente tricolor), com quem tenho um ótimo relacionamento, antes de viajar para o exterior, mas ele ficou de me ligar para iniciarmos a negociação”, explicou Bittencourt em entrevista ao JC.

Assediado por algumas equipes das séries A e B, a vontade de Danny Morais em permanecer no Arruda deverá ser levada em consideração. “Ele gostou muito do Recife e a preferência é do Santa Cruz. Danny me disse que vai esperar até o fim do ano pelo Santa Cruz”, completou.

NEGOCIAÇÃO Especulado no Santa Cruz, Biancucchi não tem preço fixo

Atacante não vem sendo aproveitado no Bahia

Publicado em 28/12/2015, às 18h32

Do Blog do Torcedor



Na Fonte Nova desde 2014, atacante jogou 90 partidas e marcou 19 gols / Felipe Oliveira/Divulgação/Bahia



Na Fonte Nova desde 2014, atacante jogou 90 partidas e 



marcou 19 gols



Felipe Oliveira/Divulgação/Bahia




Por Thiago Wagner

O nome do atacante Maxi Biancucchi surgiu nesta segunda-feira (28) como possível alvo do Santa Cruz para a próxima temporada. De acordo com fontes da Bahia, os corais procuraram o jogador e fizeram proposta para o Bahia, atual clube do argentino. Procurado pelo Blog, o vice-presidente do Tricolor de Aço, Pedro Henriques,

 confirmou que um clube de Série A manisfestou interesse no atleta, mas não revelou o nome. O dirigente ainda confirmou que não um preço estipulado para Biancucchi.

“Aqui no Bahia temos a máxima que só a torcida é insubstituível. Houve sim uma procura para o atleta, mas não posso revelar o clube. Maxi tem contrato até 2016 e vamos ouvir a proposta. Se for boa podemos negociar”, disse Henriques.

Biancucchi chegou ao Brasil mais conhecido por ser primo de Messi, do Barcelona. No País, passou por Flamengo e Vitória antes de ir para o Bahia. Na Fonte Nova desde 2014, jogou 90 partidas e marcou 19 gols.