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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

ELEIÇÕES 2016 Pedido de cassação do registro de Geraldo Julio muda de zona eleitoral

Juíza na 1ª Zona diz que assunto é de competência do juiz do registro de candidatura
Publicado em 28/10/2016, às 08h13
Geraldo Julio (PSB) é investigado por uso de site da Prefeitura do Recife em sua campanha / JC Imagem
Geraldo Julio (PSB) é investigado por uso de site da 

Prefeitura do Recife em sua campanha

JC Imagem
JC Online

A denúncia do Ministério Público Estadual (MPPE) que pede investigação judicial sobre o uso do site da Prefeitura do Recife para propaganda irregular a favor de Geraldo Julio (PSB) foi encaminhado pela juíza Valéria Rúbia Silva Duarte, da 1ª Zona Eleitoral, ao juiz responsável por registro de candidatura, no caso, da 150ª Zona. Na sua decisão, publicada nesta quinta-feira (27/10), ela alega que resolução do Tribunal Superior Eleitoral de nº 23462/2015 prevê que representações sobre cassação do registro ou do diploma devem ser apreciadas pelo Juízo Eleitoral competente para julgar o registro de candidatos.


Ao pedir investigação sobre a utilização do site da prefeitura em favor da reeleição do prefeito, o promotor Marcellus Ugiette pede a cassação do registro de Geraldo Julio se ficar comprovada a sua responsabilidade no ato. A representação, por “conduta vedada”, refere que a legislação eleitoral proíbe nos três meses antes da eleição a publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos, exceto em caso de grave e urgente necessidade pública. 

O Ministério Público fez a denúncia depois que a coligação Recife pela Democracia, de João Paulo (PT), listou 33 postagens, no site da PCR, de matérias sobre ações e programas do governo municipal nos três meses que antecediam as eleições. Entre elas, serviços no Hospital da Mulher e ação de recuperação de vias e calçadas. Na época, o caso foi analisado pela Comissão de Propaganda do Tribunal Regional Eleitoral e houve liminar determinando que a PCR removesse o conteúdo do site.

Advogados de Geraldo alegam que ele não é o responsável pela edição das notícias do site da PCR


Na 1ª Zona Eleitoral, a juíza notificou Geraldo Julio para se defender. Os advogados do prefeito alegaram na defesa que o conteúdo não se trata de publicidade institucional e sim de matérias jornalísticas. Também argumentam que o prefeito candidato não é o responsável pela edição das notícias do site oficial da PCR.

No Pará, Tribunal Regional Eleitoral cassou candidato a prefeito do PSDB por uso de propaganda institucional em site da prefeitura, entre outras irregularidades.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

POLÍTICA O chefão Lula elogia a invasão das escolas pelas milícias pró-PT

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No Facebook do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está a prova definitiva de que os movimentos de invasão das escolas são partidários, estando alinhados à agenda petista de destruição intencional da economia brasileira.
Lula fez elogios empolgados à estudante Ana Júlia, de 16 anos, e que foi usada pelos milicianos para usar um tempo de tribuna e ler um texto contendo uma narrativa de apoio às invasões.
Lula disse: “No dia do meu aniversário, ganhei o presente de ver essa menina falando”.
A jovem é ligada à UBES, comandada pelo PCdoB, partido aliadíssimo do projeto totalitário de poder do PT.

POLÍTICA Rodrigo Maia é hostilizado nas redes por suposto acordão contra CPI da UNE

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O deputado federal Rodrigo Maia tem enfrentado grandes críticas nas redes sociais por conta da CPI da UNE. Recém-eleito presidente da Câmara dos Deputados com o apoio de PT e PCdoB, o parlamentar do DEM teria trocado o apoio pelo fim da CPI da UNE. O pedido de instalação de uma comissão parlamentar de apuração dos gastos da entidade comandada pelo PCdoB há décadas é capitaneado pelos deputados Sóstenes Cavalcante e Marco Feliciano.
Durante a presidência interina de Waldir Maranhão, houve grande interferência do PCdoB e do PT por meio do governador maranhense Flávio Dino para que a comissão não fosse instalada, mesmo tendo as assinaturas necessárias. Na véspera da eleição para a Câmara, Maranhão publicou um ato encerrando a comissão após várias manobras protelatórias. Maia assumiu nesta semana e manteve o ato de Maranhão. A possibilidade de acordo gerou revolta nas redes sociais, e uma onda de protestos contra o parlamentar.
Na página do deputado no Facebook há centenas de mensagens de críticas contra o deputado. Um usuário disse “lamentar a postura de conchavo adota pelo deputado”, enquanto outros chamaram o deputado de traidor. Os movimentos Vem Pra Rua e Movimento Brasil Livre também se juntaram ao coro de críticas ao presidente da Câmara.
No dia de ontem o deputado participou do programa Roda Viva na TV Cultura e negou qualquer acordo com o PCdoB. No entanto, esse foi seu único pronunciamento à respeito. Tanto em seus canais oficiais quanto na presidência da Câmara, ele não se manifestou sobre o assunto, mantendo a CPI encerrada como havia decidido seu antecessor Waldir Maranhão.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Homem é retirado com vida de dentro da sucuri de 12 metros de comprimento.


Heitor Penteado foi retirado com vida, mas todo descabelado, de dentro da sucuri de 12 metros de comprimento.

Heitor Penteado nunca tinha acampado em toda a sua vida e sua primeira noite de aventuras em um camping de verdade não poderia ter sido mais inesquecível. 

Morador da capital paulista, Penteado encheu a cara em sua primeira noite, porque achava que teria dificuldades para dormir no acampamento nas imediações da Praia do Curral, no litoral norte paulista.

No dia seguinte, procurado por seus amigos, Penteado conseguia responder, mas tudo estava escuro, seus braços pareciam atados ao corpo e a voz de seus amigos soava distante aos seus ouvidos. 

O pobre paulista só percebeu onde havia se metido quando foi retirado, ainda vivo, de dentro do estômago de uma cobra sucuri (Eunectes Murinus) de 12 metros de comprimento. 

A situação de Penteado ficou ainda mais cômica quando ele se sentou, dentro do aparelho digestivo da cobra, criando uma cena surreal que, compartilhada nas redes sociais, espalhou-se pelo mundo inteiro. 

Penteado foi expelido pela cobra depois de uma manobra arriscada perpetrada pelos seus amigos, que provocaram cócegas no réptil, fazendo com que ele expelisse o paulista alojado em seus intestinos. 

Tanto a cobra quanto Penteado sobreviveram ao incidente com grandes traumas e poucos ferimentos.

Igreja Batista é atacada por muçulmanos e mata pelo menos 40 cristãos, na Nigéria

Além dos mortos e feridos neste ataque recente, centenas de pessoas foram expulsas de suas casas e igrejas também foram destruídas.

Ataque de muçulmanos em aldeia. (Foto: 360Nobs)
Ataque de muçulmanos em aldeia. (Foto: 360Nobs)

Pelo menos 40 pessoas foram mortas, após um massacre brutal a uma comunidade cristã  Batista na Nigéria.

Homens armados (provavelmente membros de tribos Fulani) invadiram Godogodo no estado de Kaduna, Nigéria – um assentamento predominantemente cristão – no último sábado (15). O incidente ocorreu após assassinatos anteriores na mesma aldeia.
Além dos mortos e feridos neste ataque recente, centenas de pessoas foram expulsas de suas casas e igrejas também foram destruídas.
Moradores da aldeia disseram que o massacre aconteceu pouco depois de alguns jornalistas terem passado por lá para fazer uma matéria sobre um ataque com facões que havia matado oito pessoas no final de setembro, segundo relatórios da agência cristã ‘Morning Star News’.
Uma testemunha do ataque, Peter Atangi, viu seus quatro filhos sendo mortos pelos pastores Fulani [grupos de extremistas islâmicos que perseguem cristãos na Nigéria].
“Os pastores vieram à noite, no sábado [15 de outubro]. Eles invadiram nossas casas depois de atacar um posto de controle militar. Eles usavam armas sofisticadas, além de facões, facas e paus. Assim que eles chegaram, começaram a atirar indiscriminadamente e começamos a correr em direções diferentes”, disse ele.
“Eles atiraram e mataram meus quatro filhos. Enquanto corríamos para salvar nossas vidas, eles também atearam fogo em nossas casas. Muitos estão desabrigados agora”, acrescentou.
O pastor Isaac Balason, da Igreja Batista Nasara, em Godogodo, falou com a agência ‘Morning Star News’ pelo telefone durante o momento ataque.
“Agora são 20:30 e o ataque está acontecendo”, disse ele. “Não temos certeza se vamos sobreviver a isto. Por favor, estejam em oração conosco”, pediu.
Solomon Musa, advogado e presidente da União Popular do Sul de Kaduna, disse em uma conferência de imprensa na última segunda-feira (17), que os residentes locais identificaram pelo menos 40 pessoas que morreram.
Ele disse: “A comunidade Godogodo voltou a sofrer um ataque feroz, aterrador, brutal, selvagem e bárbaro por parte dos pastores Fulani sem qualquer motivo aparente, no último sábado, 15 de outubro de 2016”, disse ele. “Até agora, os moradores conseguiram identificar pelo menos 40 corpos, além de vários outros cadáveres queimados, o que dificulta o reconhecimento”.
De acordo com Solomon quase todas as casas da aldeia foram queimadas.
“A selvageria e barbárie do ataque é inacreditável”, disse ele. “No entanto, os governos federal e estadual parecem permanecer tranquilos e evasivos. Fomos abandonados e negligenciados”.
Rev Thomas Akut, da Igreja Evangélica ‘Winning All Good News’, em Godogodo disse que o ataque expulsou todos os 245 membros de sua igreja.
“A maioria das aldeias ao redor de Godogodo foram destruídas e milhares de cristãos foram expulsos de suas casas”, disse ele, observando que considera que este ataque é parte de uma guerra islâmica contra os cristãos.
“Esta é uma jihad”, disse ele. “É uma guerra santa islâmica contra cristãos na parte sul do estado de Kaduna”.
A organização cristã ‘World Watch Monitor’ relatou que mais de 300 pessoas – a maioria sendo cristãs – foram mortas em ataques de pastores Fulani nos últimos cinco meses e mais de 5.000 pessoas foram expulsas de suas aldeias.
Outro pastor nigeriano, Rev Agostinho Akpen Lev, disse ao site da organização: “Este é outro jihadista, assim como o Boko Haram no nordeste do país. Os terroristas transportam armas sofisticadas, às vezes até usam armas químicas em nossas comunidades. Eles atacam muitas vezes durante a noite, quando as pessoas estão dormindo. Eles atacam pessoas indefesas e vão embora. Eles têm claramente um objetivo: Acabar com a presença do cristianismo e assumir as terras”. FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Policiais do Senado começam a delatar parlamentares. Renan diz que tem “ódio” da PF

25\10\2016   
renan-assustado
renan-assustado


Não foi apenas o policial legislativo Paulo Igor Bosco de Silva que denunciou à Polícia Federal (PF) a atuação da Polícia do Senado para tentar obstruir investigações contra parlamentares. Outros agentes revelaram à PF ter sofrido retaliações internas na Polícia do Senado.
O ex-chefe de Serviço de Suporte Jurídico da Polícia Legislativa Carlos André Alfama, por exemplo, relatou à PF no dia 8 de junho ter se recusado a participar de uma varredura no Maranhão a pedido do ex-senador Lobão Filho (PMDB-MA), em 2014.
Alfama disse ter avisado seus colegas que isso seria uma infração funcional.
No ano seguinte, acabou sendo afastado do cargo de chefe de Suporte Jurídico. Isso ocorreu em abril de 2015, conforme declarou, por não concordar com as varreduras que vinham sendo feitas a serviço de parlamentares após operações da Polícia Federal.
Já Geraldo César de Deus Oliveira, um dos quatro policiais legislativos presos na sexta-feira (21), fez um depoimento admitindo as condutas apuradas pela Polícia Federal. Para os investigadores, ele agora é um colaborador. Oliveira afirmou que os senadores “constantemente” fazem pedidos de varreduras, até em residências particulares.
Ele disse que “estranhou” o fato de, logo após o senador Fernando Collor sofrer busca e apreensão da Operação Lava-Jato em julho do ano passado, ter sido feita uma varredura nos endereços do parlamentar. Ao explicar o motivo da varredura, um assessor de Collor — identificado como Santana — disse a Oliveira que ele estava inseguro depois da batida dos federais. “Santana relatou que Collor estava inseguro de retornar para casa pois seus ambientes tinham sido devassados pela Polícia Federal”, disse no depoimento. “De fato, isso causou estranheza e receio por parte do interrogado, porém acreditava até então que estava cumprindo uma ordem legal.”
“Com o passar do tempo, como dito, passei a estranhar mais ainda as ordens do diretor da Polícia do Senado”, acrescentou.
Ele contou também que José Sarney (PMDB-AP) foi beneficiado com uma varredura, mesmo sem mandato parlamentar. De acordo com o agente, o diretor da segurança do Senado, Pedro Ricardo Araújo, lhe disse que o pedido viera do próprio ex-senador. “Recebi a resposta de que deveria ir, simplesmente por ser uma ordem, já que o pedido havia sido feito por um ex-presidente, e que, por acaso um dia isso fosse questionado, poderia ser dito que tal medida fora realizada como precursora para uma visita do presidente do Senado, o que legitimaria a ação de contramedida”, contou Oliveira, em depoimento ontem. Ele disse que só faria o serviço se recebesse uma ordem por escrito, o que acabou sendo feito.
Este ano, os policiais fizeram uma busca por escutas na casa de Gleisi Hoffmann (PT-PR). Oliveira disse que “ela mesma pediu a varredura” depois da ação da PF em sua residência, quando procuraram provas contra o marido, Paulo Bernardo.
Renan
O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou nesta segunda-feira (24), em coletiva de imprensa, que, hoje, ingressará com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) em razão da Operação Métis, deflagrada na sexta-feira.
O peemedebista afirmou ainda que tem “ódio e nojo” do que chamou de “métodos fascistas” os que estariam sendo, na visão dele, empregados pela Justiça.
“Mais do que nunca é preciso defender os valores democráticos. Esse é meu dever. É por isso que estou repelindo essa invasão [a operação da PF], da mesma forma que repeli todos abusos praticados contra o Senado Federal sob a minha presidência”, declarou.
“A nossa trincheira tem sido sempre a mesma: a justiça, o processo legal. Sem temer esses arreganhos, truculências, intimidação. Eu tenho ódio e nojo de métodos fascistas, por isso cabe a mim repeli-los”, acrescentou.

REPÚBLICA DE CURITIBA

TODOS CONTRA CORRUPÇÃO

TENSÃO Para evitar crise, Temer tentará reunir Renan, Moraes e Cármen Lúcia em evento

Os três protagonizaram, nos últimos dias, trocas de farpas públicas após a operação da Polícia Federal nas dependências do Senado


Publicado em: 25/10/2016 14:01 


Para tentar quebrar o clima de tensão instaurado nos últimos dias nos Três Poderes, o presidente Michel Temer costura nos bastidores a ideia de unir, num mesmo evento, o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), o ministro da Justiça Alexandre de Moraes e a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia. Os três protagonizaram, nos últimos dias, trocas de farpas públicas após a operação da Polícia Federal nas dependências do Senado na última sexta-feira, que prendeu o diretor da Polícia Legislativa do Senado e outros três servidores.

Temer pretende colocar os três lado a lado no evento de lançamento do Pacto Nacional pela Segurança Pública, previsto para esta sexta-feira, 28. A defesa das propostas englobadas pelo pacto, na avaliação de integrantes do Palácio, exige a participação de todos e deve unir o discurso.

O temor do presidente neste momento é de que os desdobramentos da Operação Métis atrapalhem o andamento da votação da Proposta de Emenda à Constituição que estabelece limite de gastos. A PEC 241 deve ser votada em segundo turno nesta terça-feira, 25, no plenário da Câmara e em seguida vai para discussão no Senado.

"A preocupação do presidente é baixar a temperatura da crise. O maior temor do Palácio neste momento é que esse problema institucional atrapalhe a pauta de votação no Congresso. A PEC do teto tem um calendário apertado", ressaltou um assessor palaciano.

Renan, Moraes e Cármen Lúcia estão no centro do tensionamento instaurado nos últimos dias. Em entrevista concedida na segunda-feira, 24, Renan chamou Moraes de "chefete de polícia" após o ministro afirmar que os agentes da polícia legislativa "extrapolaram" a competência. O senador também disparou contra o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília e que autorizou a operação no Senado, a quem chamou de "juizeco".

As declarações de Renan contra o juiz levaram a ministra Cármen Lúcia a também reagir nesta terça-feira. "Onde um juiz for destratado, eu também sou", disse Cármen. A ministra declarou ainda que o Judiciário exige respeito dos demais Poderes da República.

A operação da Polícia Federal visou desarticular um grupo, liderado pelo Diretor da Polícia do Senado Pedro Carvalho que, segundo as investigações, 'tinha a finalidade de criar embaraços às ações investigativas dos federais em face de senadores e ex-senadores, utilizando-se de equipamentos de inteligência'.