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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

'Lula participará da eleição preso ou solto', diz Dilma na Finlândia

Ex-presidente voltou a falar sobre impeachment sofrido e comparou processo ao tapetão no futebol

'Lula participará da eleição preso ou solto', diz Dilma na Finlândia
Notícias ao Minuto Brasil
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POLÍTICA PALESTRA




Na última quarta-feira (27), a ex-presidente Dilma Rousseff embarcou para uma viagem de 12 dias para a Finlândia e a Rússia.

Nesta sexta-feira (29), durante palestra na Universidade de Helsinque, na Finlândia, ela voltou a falar sobre o processo de impeachment. “Perder e ganhar eleição é algo da vida democrática. Mas não é algo da vida democrática dar golpe. Não é da vida democrática tentar ganhar, como diz no futebol, no tapetão. Eu não sei se também usam aqui na Finlândia esse termo. Ganhar no tapetão não pode. E isso, politicamente, é impensável se você quer construir um regime de fato democrático", criticou a petista. 
Ao mencionar a expressão futibolística, Dilma arrancou risos da plateia. Tapetão é uma expressão muito usada para se referir a um time que perde em campo, durante o jogo, mas consegue reverter o resultado na Justiça.
A ex-presidente também falou sobre o cenário para as próximas eleições, no ano que vem. Segundo ela, conforme a coluna Expresso, da Época, o companheiro de partido e também ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, será candidato “vivo ou morto”.
“Cada vez que Lula é condenado, cresce mais nas pesquisas. E cada vez que cresce nas pesquisas, aumentam o processo. Mas ele participará da eleição. Preso ou solto, condenado ou inocentado. Lula sempre estará presente porque ele não é mais uma pessoa. Ele já é um projeto", acrescentou.
O petista foi condenado a 9 anos e meio de prisão, pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação foi a primeira do ex-presidente na força-tarefa. A sentença cabe recurso e Lula aguarda em liberdade.

Maia: Não fiz com eles o que eles fizeram com Dilma

Brasil

29 de setembro de 2017 - 13h57 


Reprodução da Internet
  
De acordo com o parlamentar, que recebeu a equipe do jornal em sua casa, os boatos sobre a intenção de ocupar o Palácio do Planalto definitivamente, num ato de “traição” a Temer, à época da primeira denúncia, deu início à tensão entre PMDB e DEM, que perdura até hoje.

"Não fiz com eles o que eles fizeram com a Dilma. Talvez por isso essas mentiras criadas, para tentar criar um ambiente em que eu era o que não prestava e eles eram os que prestavam. Como eles fizeram desse jeito com a Dilma, talvez imaginassem que o padrão fosse esse. O meu padrão não é o mesmo daqueles que, em torno do presidente, comandaram o impeachment da presidente Dilma", afirmou Maia ao jornal.

Desde que chegou a nova denúncia na Câmara contra Temer, Maia tem repetido que não se manifestará para não ser “mal interpretado” pelo Planalto. A aliança entre as legendas, no entanto, continua abalada. Isso porque, Maia ainda se ressente da ação do PMDB de filiar deputados almejados pelos democratas.

De acordo com a reportagem do Valor, Temer teria tentado atenuar o abalo na relação num jantar pedido pelo peemedebista no dia 18 de julho – horas depois de vazar na imprensa a visita do presidente à casa da líder do PSB na Câmara, Tereza Cristina (MS), para tentar atrair para o PMDB os parlamentares que apoiam as reformas do governo rechaçadas pelo PSB, já que saiu da base.

“A visita de Temer teria como missão evitar a migração desses deputados para o DEM, o que fortaleceria o grupo de Maia. Bezerra Coelho acabou indo para o PMDB, articulação que Maia qualifica de um deboche com um aliado”, descreve a reportagem.

Estabilidade por um fio

À equipe do jornal, Maia afirmou, sem meias palavras, que “se tivesse deixado o DEM sair com o PSDB, Michel tinha caído”, em referência à votação da primeira denúncia por corrupção passiva contra o presidente da República, analisada em agosto deste ano pela Câmara.

"Como o presidente do PMDB e o próprio presidente da República falam uma coisa e o partido faz outra? E os ministros Moreira Franco [Secretaria-Geral] e Eliseu Padilha [Casa Civil] vão à filiação do Fernando Coelho respaldar que aquilo ali é uma posição do governo? Eles são muito corajosos", disse.

Homem forte de Temer, Moreira Franco tem entrada livre na casa de Maia. Isso porque Patrícia, mulher de Maia, é filha do primeiro casamento de Clara Torres, mulher do ministro. A relação familiar também ajuda na manutenção da “paz” política. Segundo Maia, quando ele tem um problema com o governo é Moreira Franco quem aparece para “acalmar a relação”.

Disputa presidencial

Com a proximidade das eleições, as articulações políticas têm se intensificado. E o DEM, segundo a reportagem, tem buscado um nome de centro-direita para anunciar.

“Um dia após esse almoço, a cúpula do DEM jantou na casa do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), no Jardim Europa. (...) Crítico da ação do PMDB com os dissidentes do PSB, Maia é cuidadoso ao comentar as relações com os aliados e a possibilidade de assédio para levar quadros de outras legendas para a disputa de 2018. ‘Doria é nosso amigo, mas está no PSDB’”, descreve a reportagem.

“O nosso combinado, dentro da direção do DEM, com o presidente Agripino, é que não iríamos tentar tirar parlamentar de partido da base. O movimento de alguns parlamentares do PSB é porque o partido foi para oposição e eles continuam na base”, explicou Maia.

Na avaliação do presidente da Câmara, em 2018, a polarização PT-PSDB vai acabar, pois “o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve radicalizar o discurso à esquerda, e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), à direita, mas há uma demanda da sociedade pelo diálogo”, diz.

Cunha e a presidência da Câmara

Na entrevista, Maia afirmou que ex-presidente da Câmara e hoje presidiário Eduardo Cunha (PMDB-RJ) o ajudou muito a se reintroduzir na roda do poder. Depois que assumiu o comando da Casa, Cunha deu espaços importantes ao democrata, como a presidência e a relatoria da reforma política costurada por Cunha, e de projeto que pretendia mudar a correção das contas de FGTS.

Segundo Maia, o problema entre os dois começou quando Temer tornou-se presidente e Maia se tornaria líder do governo se não fosse intervenção de Cunha – já preso em Curitiba. “Aí eu me afastei dele.”

O parlamentar acabou, então, assumindo a presidência da Câmara – cargo ao qual pretende ser reconduzido.

“Estou bem com a base, com a oposição, estou bem com todo mundo. E não vai ter ministro meu porque eu não vou ser presidente”, concluiu.


 Do Portal Vermelho, com informações do Valor Econômico

Temer põe deputado do PSDB para relatar denúncia e irrita ala tucana

 Brasil 29 de setembro de 2017 - 10h34


Reprodução
Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) foi indicado como relator da segunda denúncia contra TemerBonifácio de Andrada (PSDB-MG) foi indicado como relator da segunda denúncia contra Temer
Aliado do senador afastado Aécio Neves (MG), o deputado votou para barrar a primeira denúncia contra Temer por corrupção passiva.

“Senhor presidente, voto ‘sim’, a favor das instituições e do progresso do Brasil”, disse ele, que faz parte da ala do PSDB que, assim como Aécio, defende a permanência da sigla no governo.

O governo articulou a escolha do deputado justamente pela sua posição e para enquadrar os tucanos, que estão divididos quanto ao apoio ao governo Temer.

Já para os tucanos que votaram contra Temer, a escolha de Andrada representou uma clara provocação do governo, o que acirra os ânimos entre tucanos e peemedebistas. O deputado Daniel Coelho (PSDB-PE) afirmou que a escolha de Bonifácio deixa "a disputa interna mais acirrada e eleva o tom daqueles que têm posição a favor da abertura denúncia".

"É uma decisão provocativa do governo, que está evidentemente tentando dividir e bagunçar a bancada do PSDB", declarou.

Vale lembrar que Temer enfrenta problemas com outra ala aliada: o DEM. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já diz que se sentiou como se tivesse recebido uma facada nas costas por parte da cúpula de Temer, por conta da disputa de dissidentes do PSB.

O nome de Andrada para ocupar a relatoria da denúncia na CCJ, conhecido por sua posições conservadoras, foi recebido com “surpresa” pela própria bancada bancada do PSDB.

"Todo mundo ficou surpreso, porque eu mesmo falei com o presidente da CCJ para não indicar ninguém do PSDB e ele tinha se comprometido a não indicar. Estamos conversando para tentar entender, estamos assimilando ainda. Ele aceitou sem fazer consulta ao partido", afirmou Betinho Gomes (PSDB-PE), vice-líder da bancada.

O líder do PSDB na Câmara, deputado Ricardo Tripoli (SP), informou que pediu formalmente a Rodrigo Pacheco que nenhum tucano fosse escolhido relator da segunda denúncia contra Temer. E o mesmo pedido foi feito por Aécio. ambos ignoraram, e preferiram atender a Temer.

Rodrigo não escondeu que foi procurado pelo líder tucano, mas disse que Andrada está “acima” dessas questões. “Tenho certeza que PSDB haverá de ficar contente com a decisão”. Ele também minimizou o fato de Bonifácio ter votado a favor de Temer na primeira denúncia. “É uma nova realidade e confio muito na decência e na experiência do deputado Bonifácio”, disse.

Em entrevista à rádio Jovem Pan, o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) demonstrou mais irritação. Disse que considerar “um absurdo que deputado do PSDB possa se prestar a esse papel”.

“Se há divisão interna no partido, e ela existe, não tem pé e nem cabeça um deputado do PSDB aceitar essa tarefa. O que nos resta é a expectativa para que o líder do partido na Câmara destitua Bonifácio da CCJ para que ele não exponha ainda mais o nosso partido a essas condições todas”, disse ele, que acredita que “o PSDB deveria ter saído desse governo há muito tempo”.


Do Portal Vermelho, com informações de agências

Encontro dos Setoriais do PT/SC

ptcv
Entre os setoriais estão Agrário, Comunitário, Cultura, Direitos Humanos, Educação, Energia e Recursos Minerais, Meio Ambiente e Desenvolvimento, Pessoas com Deficiência, Segurança Alimentar, Sindical, Transportes e Jurídico. O setoriais de Mulheres e LGBT já realizaram seus encontros na semana passada.
Programação do evento
8h30 – Credenciamento
9h – Mística de Abertura
9h15 - Saudação e Conjuntura
10h15 – Resgate histórico
11h15 – Debate Plenária
12h15 – Encaminhamentos
12h30 – Almoço
13h30 – Reunião dos grupos dos setoriais
Até as 18h – Debates nos grupos e Eleição
Confirmações através do fone (48) 3028.6313 ou email: agenda@ptsc.org.br ou sorgsc@ptsc.org.br.

Contra o desmonte, Frente em Defesa da Soberania é lançada no Rio

Brasil

29 de setembro de 2017 - 11h25 



Ueslei Marcelino/Reuters
  
Em entrevista ao Brasil de Fato, Pedro Celestino, presidente do Clube de Engenharia e membro da Frente, destacou a importância do movimento para mostrar para a sociedade que a defesa da soberania é uma luta de todos os brasileiros.

“O projeto de construção de um Brasil para os brasileiros hoje está ameaçado por conta de uma proposta de governo que é absolutamente descompromissada de qualquer tipo de interesse da sociedade", explica.

"O que está em jogo hoje é a nossa sobrevivência enquanto nação independente, o que se quer é nos remeter a condição colonial, de exportadores de matérias primas, recursos naturais e importadores de tudo”, conclui Celestino.

Entre os parlamentares que confirmaram presença estão Jandira Feghali (PCdoB), Lindberg Farias (PT), Roberto Requião (PMDB), Celso Pansera (PMDB), Glauber Braga (Psol), Patrus Ananias (PT) e Wadih Damous (PT).

Segundo a deputada federal Jandira Feghali, mesmo que pareçam temas distantes do cotidiano, os ataques à soberania nacional impactam diretamente a população de diversas formas.

“No caso da privatização da Eletrobras, você tem o aumento da tarifa. Ou seja, o impacto no bolso do consumidor. Além disso tem a questão de política estratégica, coisas que saem da mão do país e passam para empresas. A população é a que mais sofrerá, porque o interesse dela é sempre posto abaixo do mercado”, explica.

Objetivo

A Frente é civil e suprapartidária e tem como objetivo unificar bandeiras e apresentar propostas que garantam o fortalecimento da indústria nacional, barrar as privatizações com a venda de ativos empresas estatais para o mercado internacional, promover a geração de empregos.

"A organização de uma Frente Parlamentar de Defesa da Soberania se justifica na medida que Estados subdesenvolvidos como o nosso enfrentam sempre a ação de Estados mais poderosos para que reduzam sua soberania, enquanto esses Estados defendem e preservam com todo o empenho sua própria soberania", diz o manifesto de convocação da Frente.

Com base nessas premissas, foram estabelecidos oito eixos de ação: a defesa da exploração eficiente de recursos naturais; a garantia de infraestrutura capaz de promover o desenvolvimento; o fortalecimento da agricultura nas exportações e na alimentação dos brasileiros; o estímulo ao crédito e ao capital produtivo nacional; a defesa do emprego e do salário; a garantia de um sistema tributário justo; a consolidação das Forças Armadas na defesa da soberania e a manutenção de uma política externa independente.
 

Do Portal Vermelho, com informações do Brasil de Fato


Esse bandido Gilmar Mendes veio aqui escolham bar o nosso estado fala mal do juiz federal de segunda estancia ninguém fez nada se fosse de outro partido a bosta de maldito do governador ja tia mandado prender ne imagine se fosse do PT Mada matar , estado ta sem moral uma vergonha ainda bem não votei nessa desgraça o pior Governador de Pernambuco Sr. Paulo Câmara. Babão

Nossa segurança ta assim por causa dele foi humilha os pm por isso que os pm ta trabalhando de operação padrão ate esse satanás sair do governo a hora de nojento vai chegar do governador botou o povo cotra pt e os policias contra sociedade


Valmi   Ferreira  


Faz  uma  questão  para  pernambucano  que  ta  achando  do  Governador  e   Prefeito  te  garanto  vai  cair  Muito   O  ibope.
  
Valmi  Ferreira  


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Dodge reanalisa impedimento de Gilmar Mendes solicitado por Janot

Ainda que ela solicite o arquivamento, decisão final caberá à presidente do STF ou ao plenário do tribunal

Dodge reanalisa impedimento de Gilmar Mendes solicitado por Janot
Notícias ao Minuto Brasil
HÁ 5 HORAS POR FOLHAPRESS

POLÍTICA PEDIDO DE VISTA




A  procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu vista para dar uma eventual nova manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre pedidos de impedimento que seu antecessor, Rodrigo Janot, havia apresentado ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra o ministro Gilmar Mendes.

Janot pediu à ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo, o impedimento de Mendes para atuar em casos envolvendo os empresários Eike Batista, Jacob Barata Filho, conhecido como "rei do ônibus", e Lélis Teixeira, presidente da Fetranspor (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro).
Os três foram presos em investigações no Rio e depois foram soltos por habeas corpus concedidos por Mendes, que converteu as prisões em medidas mais brandas (como prisão domiciliar).
As arguições de impedimento estavam à espera de decisão da ministra Cármen Lúcia. Agora, voltam para Dodge, que poderá manifestar um entendimento diferente do de Janot.
"A Procuradora-Geral da República requer vista dos autos para exame da matéria e manifestação eventualmente cabível", escreveu Dodge à presidente do STF. O ato foi um dos primeiros de Dodge à frente da PGR, e entrou no sistema do Supremo na terça (26).
O ministro Mendes foi um dos fiadores da campanha de Dodge à PGR. Ela foi nomeada pelo presidente Michel Temer em junho. Pessoas próximas dizem que a procuradora-geral e o ministro se conhecem há muitos anos. Mendes já foi membro da Procuradoria, tendo ingressado na carreira pouco antes de Dodge.
 Com informações da Folhapress.