Comissão formada por dois europeus, dois latino-americanos, um norte-americano, um asiático, um africano e um australiano começa a se reunir em outubro
AFP - Agence France-Presse
Publicação: 13/04/2013 10:23
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| Papa Francisco foi eleito há um mês. Foto: Alberto Pizzoli/AFP. |
O papa Jorge Bergoglio foi eleito exatamente há um mês, principalmente com o objetivo de reformar as estruturas da Igreja, desacreditadas por uma série de escândalos de corrupção e intrigas, inclusive sexo, conhecidos por Vatileaks.
Com esta importante decisão, o Papa sul-americano, que até agora não havia se pronunciado publicamente sobre o tema, passa à ação, tal como exigiram os quase 90 cardeais dos 115 que o elegeram como pontífice em 13 de março passado.
Os oito cardeais iniciarão sua primeira reunião de 1° a 8 de outubro, sinal de que terão o tempo necessário para estudar os assuntos mais delicados.
O grupo é formado pelo italiano Giuseppe Bertello, presidente do Governo de Estado da Cidade do Vaticano, o chileno Francisco Javier Errázuriz Ossa, arcebispo emérito de Santiago do Chile, o indiano Oswald Gracias, arcebispo de Mumbai, o alemão Reinhard Marx, arcebispo de München und Freising, o congolês Laurent Monsengwo Pasinya, arcebispo de Kinshasa, o americano Sean Patrick O'Malley, arcebispo de Boston, o australiano George Pell, arcebispo de Sydney, e o hondorenho Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa (Honduras), com função de coordenador.
No total, são dois europeus (italiano, alemão), dois latino-americanos (chileno e hondurenho), um norte-americano (Estados Unidos), um asiático (Índia), um africano (República Democrática do Congo) e um australiano.
Os purpurados deverão revisar a Constituição Apostólica "Pastor Bonus" sobre a Cúria Romana de 1988 e promulgada por João Paulo II, precisa a nota divulgada pela assessoria de imprensa do Vaticano.
O comunicado também assegura que o Papa já contatou sua equipe de assessores.

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