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terça-feira, 3 de outubro de 2017

'Vamos acabar nos Trapalhões', diz Gilmar Mendes sobre decisões do STF

Ele deu a declaração ao comentar caso do senador Aécio Neves (PSDB-
MG), que foi afastado do exercício do mandato
'Vamos acabar nos Trapalhões', diz Gilmar Mendes sobre decisões do STF
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POLÍTICA OPINIÃO





O  ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse hoje (3) que os ministros da Corte correm o risco de “acabar nos [programa dos] Trapalhões” por praticar o “direito constitucional da malandragem”.

Ele deu a declaração ao comentar decisões recentes do STF, entre elas a que afastou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício de seu mandato, cuja validade deve ser revisada nesta terça-feira pelo plenário do Senado.  
“Nós temos já vários senadores e deputados com denúncia recebida. Nesse caso, também nós deveríamos afastá-los? E aí nós podemos afetar a Câmara? A Câmara fica com composição não de 513, mas de 512, 510?”, questionou Gilmar Mendes. “Quer dizer, o direito achado na rua, o neoconstitucionalismo, o direito constitucional da malandragem, permitem esse tipo de coisa?”
Ele citou ainda o julgamento recente do STF que considerou inconstitucional uma lei do Ceará que regulava a prática da vaquejada, por entender que a prática submete animais a maus tratos. A decisão acabou depois anulada por meio de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) aprovada no Congresso.
“Nós temos vivido de vez em quando esse tipo de situação. É preciso que tenhamos uma análise crítica de nosso próprio afazer”, disse.  
Para o ministro, ele e seus colegas precisam ter mais sensibilidade e ser mais autocríticos na hora de julgar, para que não ponham pautas pessoais à frente de pautas constitucionais. Isso, na prática, seria tentar reescrever a Constituição, avaliou o ministro.   
“A gente precisa ter muito cuidado com essas questões. Se queremos reescrever a Constituição, vamos lá para o Congresso e assumamos a função de legisladores”, disse ele nesta terça-feira, antes de participar da sessão da Segunda Turma do STF.
Foro privilegiado
Gilmar Mendes aproveitou também para voltar a defender a necessidade do foro privilegiado para parlamentares, condição processual que é alvo de uma ação, relatada pelo ministro Luís Roberto Barroso, na qual se pretende restringir a interpretação constitucional sobre o tema, retirando do STF todos os casos que envolvam supostos delitos praticados antes de o político assumir o mandato.
“Aí você vai dar para o juiz a possibilidade de prender o parlamentar em primeiro grau? De determinar escutas, busca e apreensão?”, indagou Gilmar. “Tudo isso é convite para crise, e a gente já sabe que não vai dar certo”, afirmou.

Mãe é baleada durante velório do filho na Bahia

Mulher está internada; o estado de saúde dela não foi divulgado

Mãe é baleada durante velório do filho na Bahia
Notícias ao Minuto Brasil
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JUSTIÇA PLANALTO





Valquíria Alves dos Santos, de 43 anos, foi baleada na madrugada desta terça-feira (3) dentro de casa, na cidade de Planalto, na Bahia, enquanto velava o filho.

A polícia informou ao "G1" que a mulher estava sentada no sofá no momento em que dois homens invadiram a casa e atiraram várias vezes na direção dela. Valquíria está internada na emergência do Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC). O estado de saúde dela não foi informado.
Os atiradores fugiram.
O filho de Valquíria, Vitor Marques dos Santos, tinha 21 anos e foi morto a tiros nessa segunda-feira (2). A polícia está investigando as motivações do crime.

Bolsonaro é condenado por danos morais a negros e quilombolas

Deputado terá de pagar R$ 50 mil, que será revertido em favor do Fundo Federal de Defesa dos Direitos Difusos, conforme sentença da juíza Frana Elizabeth Mendes, da 26ª Vara Federal do Rio de Janeiro

Bolsonaro é condenado por danos morais a negros e quilombolas
Notícias ao Minuto Brasil
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POLÍTICA SENTENÇA





O deputado federal Jair Bolsonaro foi condenado a pagar R$ 50 mil, por danos morais a comunidades quilombolas e à população negra, conforme sentença da juíza Frana Elizabeth Mendes, da 26ª Vara Federal do Rio de Janeiro, publicada nesta segunda-feira (2).

Em abril, os procuradores da República no Rio de Janeiro Ana Padilha e Renato Machado ajuizaram ação civil pública contra o deputado, após ele ministrar uma palestra no Clube Hebraica, na capital fluminense, e afirmar que visitou uma comunidade quilombola e que “o afrodescendente mais leve lá pesava 7 arrobas”. “Não fazem nada, eu acho que nem para procriador servem mais”, completou, na ocasião.
Para os procuradores, tais afirmações desumanizam as pessoas negras, retirando-lhes a honra e a dignidade ao associá-las à condição de animais. Na ação, eles sustentaram que o réu usou informações distorcidas, expressões injuriosas, preconceituosas e discriminatórias com o claro propósito de ofender, ridicularizar, maltratar e desumanizar as comunidades quilombolas e a população negra.
“Com base nas humilhantes ofensas, é evidente que não podemos entender que o réu está acobertado pela liberdade de expressão, quando claramente ultrapassa qualquer limite constitucional, ofendendo a honra, a imagem e a dignidade das pessoas citadas, com base em atitudes inquestionavelmente preconceituosas e discriminatórias, consubstanciadas nas afirmações proferidas pelo réu na ocasião em comento”, afirmaram os procuradores na ação.
Na decisão, a juíza considerou que a declaração de Bolsonaro "evidenciada a total inadequação da postura e conduta praticada pelo réu, infelizmente, usual, a qual ataca toda a coletividade e não só o grupo dos quilombolas e população negra em geral".
O dinheiro será revertido em favor do Fundo Federal de Defesa dos Direitos Difusos, de acordo com informações do portal G1.

Ayres Britto: 'Senado não tem competência para revisar decisão do STF'

Para o ex-presidente do Supremo, se parlamentares sustarem a ordem da Corte, haverá "uma fratura institucional exposta”

Ayres Britto: 'Senado não tem competência para revisar decisão do STF'
Notícias ao Minuto Brasil
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POLÍTICA ENTREVISTA




 O  ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, se pronunciou sobre o impasse envolvendo a Corte e o Senado, após os ministros da Primeira Turma decidirem afastar Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato, além de determinar o seu recolhimento domiciliar noturno.

Na última quinta-feira (28), durante discussão no plenário, vários parlamentares ponderaram que a situação é grave e deve ser tratada com prudência, para evitar conflito institucional entre os poderes Legislativo e Judiciário.
 No entanto, aprovaram requerimento de urgência para revisar, já nesta terça-feira (3), a ordem do Supremo. A maioria dos senadores defende que o afastamento do mineiro não tem respaldo na Constituição.
“Em decisão dividida, parte da Primeira Turma do Supremo invadiu a soberania do Legislativo ao decretar a prisão domiciliar disfarçada de um senador. Invasões pedem reações imediatas", comentou um parlamentar, pedindo para não ter o nome revelado.
Para Ayres Britto, "o que de pior pode acontecer neste caso é o Senado sustar a eficácia da decisão jurisdicional do Supremo". "Os senadores não têm competência legal para isso. Seria inconcebível. Se acontecer, abrirá uma fratura institucional exposta”, avaliou.

Ao ser questionado pelo blog do Josias de Souza, do portal Uol, se a postura do Senado é justificával, o ex-presidente do STF disse ser "inteiramente injustificável". "Sugiro que nos concentremos no que diz a Constituição em matéria de separação dos Poderes. O artigo 2º diz que são três os Poderes da União, independentes e harmônicos entre si: Legislativo, Executivo e Judiciário. Essa ordem é tão lógica quanto cronológica.
 Tudo começa com o Legislativo, porque ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. O primeiro princípio regente de toda a administração pública é a legalidade. 
Tudo começa com a lei. O Executivo, como o nome diz, executa as leis. Para isso, baixa decretos e regulamentos. Tudo na ordem lógica e cronológica. Mas é preciso que haja um Poder que diga se o Legislativo editou as leis de acordo com a Constituição e se o Executivo editou seus decretos e regulamentos de acordo com as leis.
 Esse Poder é o Judiciário. Tudo afunila para o Judiciário. O Judiciário não governa, mas impede o desgoverno. Isso é lógico, é civilizado. O mundo ocidental democrático se comporta assim".
Ele reforçou que a última palavra deve ser do Supremo. "Você vai ao artigo 102 da Constituição e verifica que está dito lá: compete ao Supremo a guarda da Constituição. Então, quando o Supremo fala, acabou! Quem quiser recorrer, recorre para o próprio Supremo. Há o habeas corpus, o mandado de segurança, embargos de declaração. O jogo consticucional que pode ser praticado em uma democracia é esse", explicou.
Ayres Britto ainda destacou que, ao entrar com mandado de segurança no próprio Supremo, Aécio obriga o Senado a suspender qualquer tipo de deliberação nesta terça-feira. "Foi o próprio senador atingido que bateu às portas do Supremo, reconhecendo que cabe ao tribunal dar a última palavra. É mais uma razão para que nesta terça-feira não ocorra deliberação nenhuma por parte do Senado", afirmou.
Ontem, o PSDB entrou com recurso pedindo ao STF para suspender a determinação de manter Aécio afastado das funções parlamentares.
Ao comentar se havia algum risco de a Primeria Turma ter ultrapassado de suas atribuições ao punir Aécio, Ayres Britto negou.
"Basta ler o artigo 102, inciso 1-B. Estabelece que cabe ao Supremo, entre outras coisas, julgar os membros do Congresso Nacional nas infrações penais comuns. Você pode dizer: ah, por desencargo de consciência, vou verificar as competências do Congresso, enumeradas no artigo 49 da Constituição. Não há neste trecho nada que habilite o Congresso, seja em reunião conjunta, seja em sessões do Senado ou da Câmara, a sustar atos jurisdicionais do Supremo. Não existe isso. Não tem. Nem poderia ter.Do contrário, a Constituição seria incoerente. O Congresso não tem competência para sustar decisões do Supremo".
Ainda conforme entrevista concedida pelo ex-presidente do STF ao blog do Josias de Souza, o jurista explicou que o recolhimento domiciliar noturno não se trata de prisão domiciliar.
"Digo que não é porque a Constituição só considera como prisão o trancafiamento em estabelecimento prisional do Estado. Como se não bastasse, a própria lei, deliberadamente, oferece ao julgador um elenco de medidas diversas da prisão, alternativas à prisão. Não é invencionice. Está escrito na lei aprovada pelo Congresso. Então, a Primeira Turma do Supremo não incorreu em nenhuma esdruxularia interpretativa. Nenhuma", salientou.

Rise Ink Tattoo comemora um ano em Casa Forte com flash day e música

em Casa Forte | Poço da Panela | 3 de outubro de 2017



Encabeçado por Daniel Andrade, Rise Ink reúne tatuadores experientes com estilos diferentes - Foto: divulgação

Há um ano funcionando no bairro de Casa Forte, Zona Norte no Recife, o estúdio de tatuagem Rise Ink Tattoo House, de Daniel Andrade, vai comemorar o primeiro aniversário com evento de flash day no próximo sábado (7). Das 10h30 até às 19h30, Daniel e os tatuadores convidados Akiro, Maíra Egito e Nando Zevê estarão fazendo tatuagem entre R$ 200 e R$ 400.
Paralela à ação, acontecerão apresentações musicais de Laís Sena e DJ Da Mata, além da presença do Brechó das Minas, Badoque Camisaria e cerveja gelada. A entrada é gratuita.
“O flash day marca a volta de Akiro a Recife. Já fazia alguns meses que ele tava fora e tem também o retorno de Maíra Egito, que ficou um tempo sem tatuar porque tava mais dedicada ao trabalho de designer. Além disso, Nando Zevê tá assumindo um estilo novo, voltando a fazer tatuagens coloridas”, comenta Daniel Andrade, proprietário do estabelecimento.
O Rise Ink funciona no primeiro andar do Ateliê Casa Verde, na Rua Visconde de Ouro Preto, em Casa Forte. Além de Daniel, o estúdio conta ainda outros dois tatuadores residentes, Kenny Wei e Marcos Vinícius.
Cada um tem experiências e estilos diferentes e todos só atendem com hora marcada. Antes de se estabelecer em Casa Forte, Daniel, que é tatuador profissional há 14 anos, já atendeu em vários lugares do Recife.

SERVIÇO
📌 Flash Day de aniversário
📅 Sábado (7)
⏰ 10h30 às 19h30
📍Rise Ink Tattoo House (Rua Visconde de Ouro Preto, 156, casa 2, Casa Forte)
📞  Informações: (o81) 3088-9335

domingo, 1 de outubro de 2017

Tentar negociar com a Coreia do Norte é perda de tempo, diz Trump

'Poupe sua energia, Rex [Tillerson], nós faremos o que precisa ser feito!', escreveu o presidente norte-americano no Twitter

Tentar negociar com a Coreia do Norte é perda de tempo, diz Trump
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MUNDO TENSÃO




 O  presidente americano Donald Trump contou neste domingo (30) que disse ao secretário de Estado, Rex Tillerson, que ele estava "perdendo tempo tentando negociar com o homem do foguete [King Jong-un]".


O post em sua conta pessoal no twitter fez referência às declarações feitas por Tillerson no sábado (30) durante uma viagem à China.
O secretário de Estado afirmou na ocasião que os EUA estavam abertos ao diálogo com a Coreia do Norte e que Washington dispunha de canais de comunicação diretos com o regime de King Jong-un, mas que o ditador não tinha demonstrado interesse em negociar.
"Poupe sua energia, Rex, nós faremos o que precisa ser feito!", escreveu Trump.
I told Rex Tillerson, our wonderful Secretary of State, that he is wasting his time trying to negotiate with Little Rocket Man...
I told Rex Tillerson, our wonderful Secretary of State, that he is wasting his time trying to negotiate with Little Rocket Man...
Um funcionário de alto escalão do governo americano disse que, considerando as últimas provocações feitas por Pyongyang, o presidente não acredita que este seja um bom momento para negociar com a Coreia do Norte.
Ele também afirmou que os canais de comunicação aos quais Tillerson se referiu são destinados a negociações sobre o retorno de cidadãos americanos detidos pelo regime norte-coreano.

A realização de testes balísticos por Pyongyang aumentou a tensão entre Donald Trump e Kim Jong-un, que têm trocado ameaças nos últimos meses. Com informações da Folhapress.

Paciente de 48 anos que colou grau no leito de hospital morre em SC

Ela recebeu o diploma em Pedagogia quatro dias antes de morrer

Paciente de 48 anos que colou grau no leito de hospital morre em SC
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HÁ 2 HORAS POR NOTÍCIAS AO MINUTO

BRASIL SUPERAÇÃO





A  aluna do curso de Pedagogia que colou grau em um leito do Hospital Santo Antônio, em Blumenau, na semana passada morreu neste sábado (30). Vânia Gonçalves Willrich, 48 anos, estou na Uniasselvi e lutava há um ano e meio contra um câncer.

Segundo o 'Hora de Santa Catarina', Vânia concluiu a licenciatura e tinha a formatura marcada para 6 de outubro. No entanto, no último dia 26, familiares, amigos e a coordenadora do polo de Pedagogia da universidade foram até a área de oncologia, onde ela estava internada há cerca de 10 dias, para a entrega do diploma à aluna.
A história da estudante ganhou grande repercussão no estado por ser um exemplo de superação e persistência. "No dia da colação ela já estava debilitada, mas ficou muito emocionada. Fazia tempo que ela vinha se preparando, foi muito emocionante para todos. A batalha dela, a força de vontade para chegar a esse momento, o fato de ela ter tido forças para continuar e não ter desistido do sonho de se tornar professora tornou aquele momento indescritível", disse a coordenadora do polo de Pedagogia da Uniasselvi Glausuara Marchetti em entrevista à publicação.
O velório de Vânia ocorre na capela mortuária do Cemitério São José e o sepultamento ocorre às 17h deste domingo.