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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

BRASIL LIGAÇÕES PERIGOSAS? Jornalista Mostra Aproximação De Raquel Dodge Da PGR Com O PSDB; CLICK E SAIBA!





A revista Carta Capital traz uma matéria onde analisa o que é considerado por muitos como o perfil “tucano” da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Na matéria, assinada pelo jornalista André Barrocal, a avaliação é que o inquérito que resultou na intimação para que Michel Temer responda em 15 dias uma série de perguntas da Polícia Federal foi um “presente de grego” para o emedebista.
“A procuradora-geral assumiu em setembro por escolha de Temer, mas um dos oito concorrentes dela à vaga hoje garante: Raquel não gosta do presidente. Algumas medidas tomadas por ela foram de fato um bocado indigestas para o peemedebista”, destaca o texto.
Como exemplos, aparecem o fato dela ter acionado o STF “para derrubar o indulto natalino tradicionalmente concedido a detentos pela Presidência. Achou o decretado por Temer o “mais generoso” em 20 anos e que o plano era salvar corruptos”. Dodge também teria acionado sua “tropa de choque” para suspender a portaria do Ministério do Trabalho que dificultava o combate ao trabalho escravo no país.
A PGR também denunciou o ex-ministro Geddel Vieira Lima e seu irmão, o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB) por lavagem de dinheiro e associação criminosa no caso do bunker onde foram encontrados R$ 51 milhões em espécie. “Raquel pediu ainda a prisão noturna de Lucio e a domiciliar de Marluce [matriarca da família]. Dadas as relações próximas de Geddel com Temer, o encurralamento da família Vieira Lima poderá causar dissabores ao presidente, na hipótese de o ex-ministro tentar incriminar alguém para obter facilidades”.
Apesar das iniciativas contra Temer, Dodge também teria tentado agradar o governo ao afastar “Ela Wiecko de funções no STF. Agora a subprocuradora-geral atuará no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Com a mudança, não acompanhará mais casos da Operação Lava Jato a envolver deputados, senadores e ministros, autoridades processadas apenas no STF”. Ela Wiecko tinha sido um dos sete competidores da “xerife” na disputa pelo cargo. Entre colegas, é considerada simpatizante do PT, por suas posições em defesa dos direitos humanos, por exemplo”, destaca a Carta Capital.

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