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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

CUNHA MIRA TEMER E DIZ QUE ELE É QUEM NOMEAVA NA CAIXA

Lula Marques/ Agência PT
Do complexo penitenciário onde está no Paraná, o ex-deputado Eduardo Cunha negou em nota que tenha influenciado sobre a cúpula da Caixa, e afirmou que a nomeação de um dos dirigentes afastados do banco foi decisão de Michel Temer; acusado de pressionar Antônio Carlos Ferreira, Cunha afirma que não tem "relação", "influência" ou "qualquer relação pessoal" com os quatro vice-presidentes afastados por causa do esquema de propinas de empresas interessadas em obter empréstimos do Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço
17 DE JANEIRO DE 2018 ÀS 20:40


247 - Do complexo penitenciário onde está no Paraná, o ex-deputado Eduardo Cunha negou em nota que tenha influenciado sobre a cúpula da Caixa Econômica Federal, e afirmou que a nomeação de um dos dirigentes afastados do banco foi decisão de Michel Temer.
Acusado de pressionar Antônio Carlos Ferreira, que até esta terça-feira (16) comandava a área Corporativa do banco, Cunha afirma que não tem "relação", "influência" ou "qualquer relação pessoal" com os quatro vice-presidentes afastados por suspeitas de irregularidades.
Ele diz ainda que Ferreira foi indicado para a vice-presidência Corporativa da Caixa em 2014 "pela então deputada e hoje senadora Rose de Freitas [MDB-ES] diretamente ao então vice-presidente Michel Temer" quando Cunha era líder do PMDB na Câmara, de acordo com publicação do site da Folha de São Paulo.
"Coube a Michel Temer a sua nomeação à época atendendo à hoje senadora", diz Cunha, acrescentando que Ferreira foi indicado para substituir Geddel Vieira Lima no cargo.
O ex-deputado afirmou que esteve com Ferreira apenas duas vezes após sua nomeação para o cargo no comando da Caixa, e que o então vice-presidente o procurou "para se pôr à disposição da bancada por orientação de Rose de Freitas".
Ferreira disse em auditoria interna da Caixa que Cunha cobrava dele informações semanais sobre operações do banco superiores a R$ 50 milhões e que procurou Michel Temer para reclamar da pressão do ex-deputado. Segundo o depoimento, Temer afirmou que Ferreira deveria continuar trabalhando e que nada aconteceria com sua posição no banco.

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