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terça-feira, 19 de abril de 2016

''Acredito que podemos barrar o processo no Senado'', diz Humberto Costa

IMPEACHMENT

Segundo o petista, o Senado é uma Casa mais racional com parlamentares mais experientes

Publicado em 19/04/2016, às 10h13

Segundo Humberto Costa,  governo está contando com o apoio de 27 senadores contrários ao impeachment / Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Segundo Humberto Costa, governo está contando com o apoio de 27 senadores


 contrários ao  impeachment


Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Do JC Online e agências

Com informações da Rádio Jornal

O líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), afirmou nesta terça-feira (19), em entrevista à Rádio Jornal, que o governo acredita que há chances de impedir o afastamento da presidente Dilma Rousseff no Senado. Para que o impeachment seja aprovado no plenário da Casa e se instaure o processo, são necessários 41 votos (maioria simples). Assim, a presidente seria afastada pelo prazo máximo de 180 dias até ser julgada. 


De acordo com Humberto Costa, no Senado, o processo de impeachment da presidente será tratado de forma mais profunda do que na Câmara dos Deputados. "O Senado é uma casa mais racional com parlamentares mais experientes. Impeachment será mais bem avaliado", disse. Segundo ele, o governo está contando com o apoio de 27 senadores contrários ao processo, enquanto cerca de 41 já teriam se mostrado favoráveis.
Um levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, divulgado nessa segunda-feira (18), mostra que há 45 senadores favoráveis à abertura de processo por crime de responsabilidade. Vinte e um se declararam contrários. Seis parlamentares se disseram indecisos e 9 não quiseram se manifestar. 
"Vamos trabalhar para reverter o quadro. Estamos ao lado da lei, mas os parlamentares estão votando por questões políticas", disse o petista.
Para o líder do governo no Senado, Dilma perdeu apoiadores no Congresso por trabalhar de uma forma diferente do ex-presidente Lula, com menos diálogo. "Temos um déficit de diálogo de anos com o Congresso que não se corrige em 15 dias. No Senado, esse diálogo é um pouco melhor mas ainda não é o ideal", explicou. 

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