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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Bahia 247 - Mesmo após a executiva nacional do PSB anunciar na segunda-feira (11) a posição favorável do partido ao impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT), a presidente da legenda na Bahia, a senadora Lídice da Mata, afirmou ser contra a renúncia da petista. Em nota divulgada à imprensa, a parlamentar reforçou que defendeu, no encontro da sigla, que o impeachment "não é a solução para a grave crise que o País atravessa". "Ao contrário, vai agravar ainda mais. Outros integrantes da Executiva também se posicionaram dessa maneira”, disse. Segundo a congressista, não houve decisão alguma do seu partido obrigando os parlamentares da legenda a votar a favor do impeachment plenário. “Diante disso, a minha posição continua a mesma, ou seja: contra o impedimento”, complementou. No texto divulgado pelo PSB, o partido voltou a criticar o governo Dilma. "Na contramão de como deveria agir, a equipe governante e a própria mandatária dedicam-se, quase que exclusivamente, a promover os meios de se manterem no poder, inexistindo uma estratégia clara para o enfrentamento da crise mais grave de toda a nossa história republicana" diz (leia aqui). Outro membro do PSB-BA contrário ao impeachment é o deputado Bebeto Galvão, que integrava a comissão especial do impeachment na Câmara Federal. Ele se ausentou do debate da votação para não contrariar a determinação do partido. COME

Parlamentares pedem a instauração de inquérito para apurar "ilicitude da conduta dos fatos"


Publicado em: 13/04/2016 22:58 


Deputados do DEM pediram nesta quarta-feira ao procurador-chefe do Ministério Público Federal no Distrito Federal, Marcus Marcelus Goulart, que apure a suposta prática de infrações penais por parte do ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Edinho Silva, e do diretor da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Pedro Henrique Varoni, por uso indevido do programa "A Voz do Brasil".

De acordo com o líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino (AM), e o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que assinam o documento, o programa está sendo usado para "atacar o Congresso Nacional" e fazer a defesa da presidenta Dilma Rousseff no processo de impeachment.

“Nas últimas edições do programa, notou-se franca propaganda em abono a teses de defesa da Presidente da República relativamente a procedimento para apurar prática de Crime de Responsabilidade e a tramitação do processo de impeachment”, diz trecho do documento.

Os parlamentares pedem a instauração de inquérito para apurar "ilicitude da conduta dos fatos".

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