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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Jorge Pontual: repórter da Globo paga mico e apaga post no Twitter

Quarta-feira, 13 de Abril de 2016

Da Redação
A bajulação sem fronteiras cobrou um preço alto do repórter internacional da Globonews, Jorge Pontual. No ritmo que a casa manda, ou seja, fazendo coro com os golpistas, o ex-editor em Nova York e hoje repórter postou na sua página uma interpretação para lá de pessoal sobre o instituto do impeachment que pode remover a presidenta Dilma Rousseff do poder. Em tom "definitivo" o jornalista disse que o "impeachment" não exige que se prove um crime cometido. Bastaria, segundo ele, uma decisão política.

"Impedimento: processo político. Não é necessário preciso provar que um crime foi cometido. Basta que o governante tenha perdido o apoio do Parlamento."


A tolice foi apagada após a repercussão e a chefia, a quem pretendeu agradar, provavelmente, sugerir que apagasse. Ele fez. Mas até que fizesse a máxima do pontual já havia sido compartilhada. O jornalista Glenn Greenwald, que entrevistou Lula e se disse abismado com o baixo nível do jornalismo das grandes corporações, falou em "ignorância" de Pontual pelo comentário; "Ele apagou essa vergonha e bloqueou tudo quem respondeu com críticas", disse Glenn.

A fim de ajudar Pontual a entender as leis do país em que nasceu, embora não viva nele (mas tem a internet, Pontual!) eis uma explicação sobre o aspecto legal em que caberia o impeachment. Bons sonhos:

"Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

I - a existência da União;

II - o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;

III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;

IV - a segurança interna do País;

V - a probidade na administração;

VI - a lei orçamentária;

VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento."

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