A maioria das meninas do ramo mora no Plano Piloto, usa peças de grife, malha nas mais badaladas academias da cidade e estuda em faculdades particulares
Publicação: 08/12/2013 15:28
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| Jeany Mary Corner (E) e Marilene Oliveira também lideram organizações |
Esses itens diferenciam as prostitutas de luxo, que atendem em hotéis, em festas privês, em casas de fim de semana e nos iates dos clientes, das que trabalham nas ruas e em inferninhos. Para viabilizar os encontros com as mais cobiçadas profissionais do ramo, políticos, empresários e lobistas recorrem a gente especializada. Um dos principais motivos é o temor de ser flagrado em telefonemas comprometedores. A negociação, quase sempre, é feita por assessores. Eles as encontram em sites e em telefonemas às cafetinas. Por isso, nove em cada 10 prostitutas que trabalham em Brasília sonham integrar o cast de gente como Jeany Mary Corner, 53 anos, Vilma Nobre, 44, Marilene Oliveira, 49, e Ângela Castro, 49.
Jeany Mary protagonizou alguns escândalos da política nacional. Ela e as três mulheres são apontadas pela Polícia Civil como as cabeças de um esquema milionário de prostituição de luxo no DF. Todas acabaram presas na Operação Red Light, desencadeada na última segunda-feira. No sábado, elas ganharam o direito de responder ao processo em liberdade. Com elas e cinco homens, os agentes recolheram farto material, usado como prova de crimes. São agendas, cadernetas, celulares, entre outros.

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