Por Renata Bezerra de Melo
Da coluna Folha Política
Da coluna Folha Política
Pelas projeções internas do PSB, Eduardo Campos deveria chegar a dezembro pontuando, pelo menos, 15% nas pesquisas. O fator Marina Silva acabou antecipando tal planejamento e o socialista que “patinava”, há algumas amostras, considerando o Datafolha, entre 5% e 7%, acabou alcançando 15% na última consulta, publicada sábado. A despeito da mudança de cenário, com a saída da ex-ministra do páreo, e da impossibilidade de se comparar diretamente a pesquisa de agosto (na qual Eduardo tinha 8%) com a atual, a própria Marina atribui o “salto” do socialista a um “acolhimento da sociedade brasileira a esse gesto, feito pela Rede e pelo PSB”. E completa: “É uma sinalização clara de que as pessoas querem uma nova postura”. Ela grifou outro detalhe: “Ainda temos muito tempo pela frente. Esse processo só começou”. Ela e Eduardo ainda não iniciaram a série de aparições públicas conjuntas. Quando isso ocorrer, o “acolhimento” precisará ser revertido em votos.
A partir de novembro
Ao sublinhar que o processo está só começando, Marina refere-se ao fato de que ela e Eduardo Campos só tiveram uma aparição conjunta em público, até agora – que foi em Brasília. Em São Paulo, a reunião deles foi fechada. No entanto, a partir de novembro, devem começar a rodar o País casando agendas em palestras. Algum impacto novo é esperado dessa fase.
Ao sublinhar que o processo está só começando, Marina refere-se ao fato de que ela e Eduardo Campos só tiveram uma aparição conjunta em público, até agora – que foi em Brasília. Em São Paulo, a reunião deles foi fechada. No entanto, a partir de novembro, devem começar a rodar o País casando agendas em palestras. Algum impacto novo é esperado dessa fase.
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