Publicação: 18/10/2013 10:31
O dólar comercial mantém nesta sexta-feira (18) o ritmo de desvalorização frente ao real. No início dos negócios, a moeda americana caía 0,41%, cotada a R$ 2,148 na compra e R$ 2,151 na venda. O Banco Central confirmou que vai realizar hoje mais um leilão dentro seu programa de intervenções diárias no mercado de câmbio. Das 11h30 às 11h35, a autoridade monetária ofertará US$ 1 bilhão com compromisso de recompra no dia 2 de julho de 2014.
No mercado de ações, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, abriu em alta e às 10h16 já subia 1,22% aos 56.035 pontos. A notícia de que o Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 7,8% no terceiro trimestre, um pouco acima dos 7,5% esperados, em relação ao mesmo período do ano passado deve animar os negócios nesta sexta.
O Banco Central informou que agora só vai confirmar os leilões do plano de ação para reduzir a volatilidade da moeda, anunciado em agosto, depois do fechamento do mercado, entre 19h30 e 20h30m. Analistas acreditam que enquanto houver procura por hedge (proteção) no mercado futuro, o BC continuará fazendo os leilões diários. Se interromper o programa de leilões, o BC pode afetar sua credibilidade junto ao mercado, dizem operadores de câmbio.
“Mas o BC só vai confirmar o leilão à noite para criar dúvida no mercado, já que a moeda americana mantém a tendência de baixa. A questão é que os leilões tinham o objetivo de dar mais previsilidade ao mercado. Agora, isso está mudando”, diz Galhardo.
Como o real já se valorizou mais de 12% frente ao dólar, desde o início das intervenções programadas, o mercado especulou se o BC diminuiria a 'ração' diária de dólares que vem sendo ofertada. Na quarta-feira, quando a autoridade monetária atrasou o anúncio do leilão de swap cambial, os investidores ficaram preocupados em relação a uma possível mudança no programa. O mercado aguarda a confirmação do BC sobre a rolagem dos US$ 8,87 bilhões em contratos de swap cambial que vencem no início de novembro. Segundo analistas, o BC não deve rolar o lote todo de uma vez só.
No mercado de ações, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, abriu em alta e às 10h16 já subia 1,22% aos 56.035 pontos. A notícia de que o Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 7,8% no terceiro trimestre, um pouco acima dos 7,5% esperados, em relação ao mesmo período do ano passado deve animar os negócios nesta sexta.
O Banco Central informou que agora só vai confirmar os leilões do plano de ação para reduzir a volatilidade da moeda, anunciado em agosto, depois do fechamento do mercado, entre 19h30 e 20h30m. Analistas acreditam que enquanto houver procura por hedge (proteção) no mercado futuro, o BC continuará fazendo os leilões diários. Se interromper o programa de leilões, o BC pode afetar sua credibilidade junto ao mercado, dizem operadores de câmbio.
“Mas o BC só vai confirmar o leilão à noite para criar dúvida no mercado, já que a moeda americana mantém a tendência de baixa. A questão é que os leilões tinham o objetivo de dar mais previsilidade ao mercado. Agora, isso está mudando”, diz Galhardo.
Como o real já se valorizou mais de 12% frente ao dólar, desde o início das intervenções programadas, o mercado especulou se o BC diminuiria a 'ração' diária de dólares que vem sendo ofertada. Na quarta-feira, quando a autoridade monetária atrasou o anúncio do leilão de swap cambial, os investidores ficaram preocupados em relação a uma possível mudança no programa. O mercado aguarda a confirmação do BC sobre a rolagem dos US$ 8,87 bilhões em contratos de swap cambial que vencem no início de novembro. Segundo analistas, o BC não deve rolar o lote todo de uma vez só.
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