O secretário de Articulação Regional e Social de Pernambuco, Aluísio Lessa (PSB), pode não ter o nome citado na relação dos pré-candidatos ao Governo do Estado na eleição de 2014. No entanto, na avaliação do auxiliar do governador Eduardo Campos (PSB), que voltará a exercer mandato de deputado estadual a partir de janeiro, a vaga para a sucessão do chefe do Executivo estadual será do PSB.
Ao ser indagado se a campanha do ano que vem será polarizada, como pregou o senador Armando Monteiro (PTB), pré-candidato ao governo, Lessa declarou que as candidaturas que serão postas são legítimas e que o petebista “não esconde de ninguém há pelo menos dez anos que deseja governar Pernambuco”.
“Ele deseja, não esconde e quer e vai ser candidato. Agora, a votação quem vai decidir é o eleitorado, é quem melhor representa o 2015 para frente”, disse o secretário, em entrevista ao programa Folha Política, da Rádio Folha FM 96,7.
Mas ao ser questionado se no cenário que está posto, apenas duas candidaturas fortes (PT aliado ao PTB e PSB) se sobressairão, Lessa afirmou que existem duas candidaturas fortes e que pode até ter uma terceira forte, caso o PT resolva lançar candidato. Ele também lembrou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a presidente Dilma Rousseff (PT) “obrigatoriamente” vão pedir voto para o candidato de seu partido, não para o do PTB, mesmo que o petebista peça voto para a reeleição de Dilma.
“Agora também aqui e a gente aqui não pode perder a oportunidade para dizer que eu não vejo como o PSB perder a eleição para governador de Pernambuco. Sinceramente, não vejo. E acho que muita gente que apoia Armando também tem essa compreensão. É projeto de Armando ser candidato. Ele será, mas eu não tenho um pingo de dúvida que Eduardo elege o sucessor dele em Pernambuco”, cravou.
Para ele, Campos elege o sucessor independente de quem seja. “E sabe por quê? Nós temos 184 municípios. Em todos eles há uma obra significativa do governador Eduardo Campos. Tem mais de uma obra significativa do governador Eduardo Campos. Pernambuco se expandiu para o Interior, permaneceu com a riqueza, a pujança…”, completou Lessa.
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