
Durante assembleia geral realizada ontem, à qual compareceram cerca de 300 profissionais, os médicos que trabalham no serviço público, em Pernambuco, decidiram aderir à paralisação nacional marcada para os dias 23, 30 e 31 deste mês.
Decidiu-se também que os casos de emergência serão atendidos, assim como os serviços de quimioterapia, endoscopia, hemodiálise, etc.
A assembleia teve a participação do presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávilla.
A paralisação é contra a Medida Provisória que permite que médicos estrangeiros trabalhem no Brasil sem fazer o “Revalida” (exame para convalidar o diploma), como propõe o ministro Alexandre Padilha (Saúde), e o veto parcial da presidente Dilma Rousseff à Lei do Ato Médico.
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