AFP - Agence France-Presse
Publicação: 19/07/2013 14:33
O Exército israelense mobilizou nesta sexta-feira uma bateria antimísseis Iron Dome na cidade balneária de Eilat, às margens do Mar Vermelho, perto da fronteira com o Sinai egípcio, anunciou uma porta-voz militar.
"Uma bateria Iron Dome foi mobilizada nesta manhã na cidade de Eilat, no extremo sul de Israel", declarou esta porta-voz à AFP.
"As baterias são mobilizadas em vários locais do país e deslocadas em função da evolução da situação", acrescentou.
Segundo os meios de comunicação israelenses, o exército do Estado hebreu quer proteger este balneário, em plena temporada turística, dos eventuais disparos vinculados a operações do exército egípcio no vizinho Sinai.
Eilat, muito frequentado no verão pelos turistas israelenses e estrangeiros, já foi alvo em ocasiões anteriores de vários foguetes disparados a partir do Sinai egípcio.
O Egito mobilizou forças adicionais nesta semana na península para lutar contra os grupos radicais armados que atacam na região, sobretudo as forças de ordem, desde que o exército egípcio destituiu o presidente islamita Mohamed Mursi, no dia 3 de julho.
A Península do Sinai está habitada principalmente por beduínos, que têm relações difíceis com o poder central, e por grupos islamitas radicais, que utilizam esta região como base para lançar ataques contra Israel.
"Uma bateria Iron Dome foi mobilizada nesta manhã na cidade de Eilat, no extremo sul de Israel", declarou esta porta-voz à AFP.
"As baterias são mobilizadas em vários locais do país e deslocadas em função da evolução da situação", acrescentou.
Segundo os meios de comunicação israelenses, o exército do Estado hebreu quer proteger este balneário, em plena temporada turística, dos eventuais disparos vinculados a operações do exército egípcio no vizinho Sinai.
Eilat, muito frequentado no verão pelos turistas israelenses e estrangeiros, já foi alvo em ocasiões anteriores de vários foguetes disparados a partir do Sinai egípcio.
O Egito mobilizou forças adicionais nesta semana na península para lutar contra os grupos radicais armados que atacam na região, sobretudo as forças de ordem, desde que o exército egípcio destituiu o presidente islamita Mohamed Mursi, no dia 3 de julho.
A Península do Sinai está habitada principalmente por beduínos, que têm relações difíceis com o poder central, e por grupos islamitas radicais, que utilizam esta região como base para lançar ataques contra Israel.
Nenhum comentário:
Postar um comentário