
Comando do partido reunirá filiados no dia 22 de março para redefinir questões importantes da sigla (Foto: PDT/Divulgação)
Os pedetistas já têm data para discutir um projeto nacional de partido. No dia 22 de março, o comando da legenda reunirá seus filiados para tentar traçar estratégias para a construção de um plano de desenvolvimento para o País e, claro, iniciar as discussões sobre uma possível candidatura própria a Presidência da República. O deputado pernambucano Paulo Rubem Santiago adiantou que a legenda deverá participar mais ativamente dos debates nacionais, apresentando alternativas para os problemas dos brasileiros. E, para o parlamentar, uma postulação caseira, em 2014, pode ser o melhor caminho para isso.
“Com candidato ou sem candidato, não vamos ficar sentados esperando o debate entre PT, PSDB e PSB, com o governador Eduardo Campos”, avisou, em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, Paulo Rubem Santiago, destacando a necessidade de o seu partido se mostrar para a população. “Partido que não apresenta candidato vira sublegenda”, asseverou.
E a primeira ação para que o PDT se mostre para os brasileiros será a mudança no comando da legenda. O atual ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, está cotado para assumir o partido, após longo mandato do polêmico Carlos Luppi. “Essa é uma ideia nossa”, indicou Paulo Rubem.
Todavia, não se pode esquecer do poder que Carlos Luppi tem demonstrado à frente do PDT. O dirigente, que deixou o Governo da presidente Dilma Rousseff (PT) em meio à acusação de corrupção, segue se mantendo no comando da sigla, inclusive, com forte influência nas instâncias regionais da agremiação. Luppi é o autor das indicações de praticamente todos os presidentes do PDT nos Estados da federação.
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