A mãe da desaparecida seguiu uma informação de que a filha estaria em Minas.
Com a ajuda da PM, ela conseguiu localizar a filha, que vivia nas ruas da capital e está grávida de quatro meses
Com a ajuda da PM, ela conseguiu localizar a filha, que vivia nas ruas da capital e está grávida de quatro meses
Gabriela Pacheco - Aqui Betim
Publicação: 12/01/2014 20:06
Em um domingo de poucas ocorrências chocantes, o dia começou com uma missão diferente e que teve um final gratificante para o sargento Gilberto Júnior, do 1º Batalhão da Polícia Militar de BH. Ele estava em patrulhamento perto da rodoviária da capital quando foi abordado por uma mulher carioca em desespero. Ana Regina da Silveira Silva, de 48 anos, havia acabado de chegar de Niterói, de onde veio às pressas após saber que a filha, desaparecida há quatro anos, estaria na capital mineira.
“Ela chegou e parou a primeira viatura que viu, pedindo ajuda”, conta. Os policiais concordaram em ajudar, colocaram a carioca na viatura e começaram a rodar pela região central da cidade, em pontos comumente populados por moradores de rua e usuários de crack.
A busca teve fim na altura do número 30 da Avenida do Contorno. Lá Ana encontrou a filha Rubia Alves da Silveira, de 23 anos, ainda dormindo dentro de uma barraca de pano. “As duas ficaram muito felizes pela reunião”, ressalta. Segundo o militar, não faltaram carinhos. A mãe deu banho, comprou roupas novas e alimentou a filha, que está grávida de quatro meses.
Os motivos do desaparecimento não são claros. Ana contou aos militares que Rúbia teve uma adolescência tranquila e não dava trabalho aos pais. O contato com o crack aconteceu no Rio de Janeiro e sobre a partida, ela se resume a dizer que foi devido à uma desilusão.
Apesar de tê-la afastado da família por quatro anos, a 'desilusão' ficou no passado. Ainda em Belo Horizonte Rubia foi paparicada por vários familiares e amigos, que ligaram para a mãe em busca de notícias sobre a garota. As duas, junto de uma prima que veio ajudar nas buscas, embarcaram de volta ao Rio ainda na manhã deste domingo.
“Ela chegou e parou a primeira viatura que viu, pedindo ajuda”, conta. Os policiais concordaram em ajudar, colocaram a carioca na viatura e começaram a rodar pela região central da cidade, em pontos comumente populados por moradores de rua e usuários de crack.
A busca teve fim na altura do número 30 da Avenida do Contorno. Lá Ana encontrou a filha Rubia Alves da Silveira, de 23 anos, ainda dormindo dentro de uma barraca de pano. “As duas ficaram muito felizes pela reunião”, ressalta. Segundo o militar, não faltaram carinhos. A mãe deu banho, comprou roupas novas e alimentou a filha, que está grávida de quatro meses.
Os motivos do desaparecimento não são claros. Ana contou aos militares que Rúbia teve uma adolescência tranquila e não dava trabalho aos pais. O contato com o crack aconteceu no Rio de Janeiro e sobre a partida, ela se resume a dizer que foi devido à uma desilusão.
Apesar de tê-la afastado da família por quatro anos, a 'desilusão' ficou no passado. Ainda em Belo Horizonte Rubia foi paparicada por vários familiares e amigos, que ligaram para a mãe em busca de notícias sobre a garota. As duas, junto de uma prima que veio ajudar nas buscas, embarcaram de volta ao Rio ainda na manhã deste domingo.
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