Páginas

Pesquisar este blog

quarta-feira, 15 de maio de 2013

FISCALIZAÇÃO Hospitais do Estado terão que registrar casos de infecção hospitalar através de sistema de notificação


Apevisa lançou nesta quarta-feira o Sistema Estadual de Notificação de Infecções Hospitalares. Medida começa a valer após um período de teste de um mês

Publicado em 15/05/2013, às 09h30M

Do JC Online

O Hospital Getúlio Vargas é um dos seis que fará parte do período de teste / Foto: Renato Spencer/Acervo JC Imagem

O Hospital Getúlio Vargas é um dos seis que fará parte do período de teste

Foto: Renato Spencer/Acervo JC Imagem

Comemora-se nesta quarta-feira (15) o Dia Internacional de Controle de Infecção Hospitalar e a data foi escolhida pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) para lançar o Sistema Estadual de Notificação de Infecções Hospitalares (Senipe). Com a nova medida, será montado um banco de dados online alimentado pelos hospitais do Estado com os registros das infecções.

A partir da próxima segunda-feira (20), as unidades de saúde serão treinadas e receberão uma senha para alimentar o portal. Mas a resolução só começa a valer para todos os hospitais - tanto da rede pública quanto particular - após o período de teste do sistema. Durante 30 dias, apenas seis grandes hospitais públicos serão contemplados: Hospital da Restauração, Hospital Getúlio Vargas, Hospital Agamenon Magalhães, Hospital Barão de Lucena, Hospital Otávio de Freitas, todos no Recife, e o Hospital Regional do Agreste, localizado em Caruaru.

"Após este período de teste, uma portaria irá obrigar os demais hospitais a alimentarem o sistema", explica o gerente geral da Apevisa, Jaime Brito. Esta fiscalização será realizada a partir das atualização ou da falta de no próprio Sinepe. As multas para os hospitais que não atualizarem o sistema varia desde uma advertência até o pagamento de uma quantia que poderá variar de R$ 2.000 a R$ 1,5 milhão. O valor dependerá de uma série de fatores como o porte do estabelecimento até o fato da não atuzalição ter sido proposital.

“Um serviço de vigilância que possa detectar o início dos surtos nos serviços de saúde e o controle rigoroso podem reduzir de 30 a 60% as taxas de infecção hospitalar", finalizou Brito.

Nenhum comentário:

Postar um comentário