Treinador leonino começou com moral, mas últimos resultados deixaram "uma pulga atrás da orelha" do torcedor leonino. Já Martelotte começou mal, mas agora tem moral com a torcida
Do JC Online
Os papéis foram se invertendo aos poucos. E o pico dessa troca foi o primeiro Clássico das Multidões da final do Pernambucano Coca-Cola, vencido pelos tricolores, no Arruda, por 1x0. Até ali, Sérgio Guedes era considerado o “salvador da pátria” leonina. Ao fim daquele embate, ganhou as primeiras contestações. Com Marcelo Martelotte, o inverso. Foi recebido pela torcida com “dois” pés atrás. Foi tomando o pé da situação até, na partida passada, ter sido alçado à condição de peça fundamental de uma trajetória que pode culminar na conquista do Estadual.
Uma derrota para Sérgio Guedes – com a perda do título – não deve ser motivo de demissão. Mas a instabilidade no caminho do seu trabalho visando à Série B não seria bem-vinda. Sérgio não teme pela sua situação. Sua ligação com o clube e a vontade de dar um título à torcida são maiores que as cobranças.
“Nunca trabalhamos com segurança. Não existe isso de tempo de contrato com técnicos de futebol do Brasil. Vivemos sob o julgamento das pessoas do clube, dependendo do nosso trabalho. Confio no que eu faço. E a pressão tem de ser para mim mesmo. Para os jogadores, é necessário apenas carinho e confiança para jogarem”, disse.
O técnico Marcelo Martelotte vai para o seu sexto clássico no Pernambucano, o mais importante deles, sem dúvida. Afinal, um empate dará o tricampeonato ao Santa. Será o seu primeiro título. Além disso, o retrospecto é totalmente positivo. Nos cinco confrontos anteriores foram três vitórias – duas sobre o Náutico e uma diante do Sport, pelo primeiro jogo das finais –, um empate com o rubro-negro, no segundo turno, e uma derrota diante dos alvirrubros por 2x1, na volta das semifinais.
Martelotte não considera o Santa favorito nesta tarde. “Sabemos que não podemos levar em consideração essa atuação do Sport. São competições distintas. Agora, vale a rivalidade, a tradição no Pernambucano. Não nos iludimos e será um clássico muito mais intenso no qual o detalhe sempre decide”, comentou.
Do JC Online
Os papéis foram se invertendo aos poucos. E o pico dessa troca foi o primeiro Clássico das Multidões da final do Pernambucano Coca-Cola, vencido pelos tricolores, no Arruda, por 1x0. Até ali, Sérgio Guedes era considerado o “salvador da pátria” leonina. Ao fim daquele embate, ganhou as primeiras contestações. Com Marcelo Martelotte, o inverso. Foi recebido pela torcida com “dois” pés atrás. Foi tomando o pé da situação até, na partida passada, ter sido alçado à condição de peça fundamental de uma trajetória que pode culminar na conquista do Estadual.
Uma derrota para Sérgio Guedes – com a perda do título – não deve ser motivo de demissão. Mas a instabilidade no caminho do seu trabalho visando à Série B não seria bem-vinda. Sérgio não teme pela sua situação. Sua ligação com o clube e a vontade de dar um título à torcida são maiores que as cobranças.
“Nunca trabalhamos com segurança. Não existe isso de tempo de contrato com técnicos de futebol do Brasil. Vivemos sob o julgamento das pessoas do clube, dependendo do nosso trabalho. Confio no que eu faço. E a pressão tem de ser para mim mesmo. Para os jogadores, é necessário apenas carinho e confiança para jogarem”, disse.
O técnico Marcelo Martelotte vai para o seu sexto clássico no Pernambucano, o mais importante deles, sem dúvida. Afinal, um empate dará o tricampeonato ao Santa. Será o seu primeiro título. Além disso, o retrospecto é totalmente positivo. Nos cinco confrontos anteriores foram três vitórias – duas sobre o Náutico e uma diante do Sport, pelo primeiro jogo das finais –, um empate com o rubro-negro, no segundo turno, e uma derrota diante dos alvirrubros por 2x1, na volta das semifinais.
Martelotte não considera o Santa favorito nesta tarde. “Sabemos que não podemos levar em consideração essa atuação do Sport. São competições distintas. Agora, vale a rivalidade, a tradição no Pernambucano. Não nos iludimos e será um clássico muito mais intenso no qual o detalhe sempre decide”, comentou.
Uma derrota para Sérgio Guedes – com a perda do título – não deve ser motivo de demissão. Mas a instabilidade no caminho do seu trabalho visando à Série B não seria bem-vinda. Sérgio não teme pela sua situação. Sua ligação com o clube e a vontade de dar um título à torcida são maiores que as cobranças.
“Nunca trabalhamos com segurança. Não existe isso de tempo de contrato com técnicos de futebol do Brasil. Vivemos sob o julgamento das pessoas do clube, dependendo do nosso trabalho. Confio no que eu faço. E a pressão tem de ser para mim mesmo. Para os jogadores, é necessário apenas carinho e confiança para jogarem”, disse.
O técnico Marcelo Martelotte vai para o seu sexto clássico no Pernambucano, o mais importante deles, sem dúvida. Afinal, um empate dará o tricampeonato ao Santa. Será o seu primeiro título. Além disso, o retrospecto é totalmente positivo. Nos cinco confrontos anteriores foram três vitórias – duas sobre o Náutico e uma diante do Sport, pelo primeiro jogo das finais –, um empate com o rubro-negro, no segundo turno, e uma derrota diante dos alvirrubros por 2x1, na volta das semifinais.
Martelotte não considera o Santa favorito nesta tarde. “Sabemos que não podemos levar em consideração essa atuação do Sport. São competições distintas. Agora, vale a rivalidade, a tradição no Pernambucano. Não nos iludimos e será um clássico muito mais intenso no qual o detalhe sempre decide”, comentou.
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