23/05/2013 02:04 - CAROL BRITO
Após seis meses de gestão, o secretário municipal de Governo e Participação Social, Sileno Guedes (PSB), garantiu que o modelo socialista de Participação Popular deve começar a fuincionar no próximo mês. Segundo ele, o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), deverá apresentar o cronograma das ações do governo nesta área até o final de junho. Um dos anúncios mais aguardados é de como ficará o novo modelo do Orçamento Participativo - menina dos olhos dos 12 anos de administração petista no Recife.
“Hoje, a gente precisa dar um passo a mais. Vamos iniciar o ciclo a partir de junho. Validamos com o prefeito o modelo e vamos agregar o Orçamento Participativo a outras iniciativas como os fóruns e conselhos populares”, destacou. Em relação ao OP, o auxiliar diagnosticou que o principal desafio se refere à demanda reprimida das gestões anteriores que, de acordo com ele, são enormes, o que compromete a realização de todas as benfeitorias deixadas.
Segundo o gestor é preciso atualizar essas benfeitorias porque ações novas podem ter mais prioridade hoje do que obras antigas aprovadas pelo programa. “Nossa intenção é conversar com todos porque tem demandas que precisam ser atualizadas. Talvez tenha algo de mais urgente que precisa ser feito antes”, avaliou.
PROJETO
A polêmica em torno de dois projetos de lei aprovados em uma sessão na Câmara de Vereadores, anteontem, sobre empréstimos junto à Caixa Econômica Federal foi minimizada pelo prefeito, Geraldo Julio. Oposicionistas cobraram um detalhamento maior sobre o empréstimo, como taxa de juros, riscos e o tempo para amortização.
No entanto, o socialista garante que nenhum projeto de lei sobre empréstimos chegam com este nível de detalhamento ao Legislativo. “Nenhum projeto de lei que é encaminhado para o Legislativo com autorização para fazer empréstimo tem esse detalhamento. Nem na esfera federal, estadual ou municipal. Esse empréstimo eu negociei com a presidente Dilma e a gente acertou de fazer via Caixa Econômica”, esclareceu. Os recursos serão investidos em obras de mobilidade como a Via Mangue.
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